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Palavra da Hora - 30/11/2020

Última atualização: 07/12/2020 | 13:18:36

Prestação de Contas | Paróquia Espírito Santo | 30/03 a 30/11/2020

Campanha #PESSemFome

  • 6.038 cestas básicas entregues
  • 120,7 toneladas

Fraldas Geriátricas

  • 764 pacotes (em média 7 unidades cada, 3 ou 4 pacotes por pessoa), para 223 famílias

Farmácia Comunitária

  • Atendimento de 20 pessoas por dia, em média 80 receitas, reiniciado em maio de 2020
  • 2.285 atendimentos com 8.464 receitas médicas, sendo que cada receita é dispensada uma média de quatro medicamentos diferentes

Atendimento psicológico virtual

  • 251 pessoas atendidas

Equipamentos emprestados (Cadeira de rodas, cadeira de banho, muletas, bengalas, andador, cama hospitalar, colchão casca de ovo, bota ortopédica imobilizadora, suporte para soro)

  • 588 empréstimos

Doações

  • Roupas: 3.275 kg
  • Cobertores: 280 unidades
  • Enxovais de bebê: 123 kits
  • Doações para entidades sociais/ Obras Sociais: 16.780 kg

VIVA A GENTILEZA!

Era uma terça-feira de tempo nublado, 9h da manhã. De bike e muito animado, eu seguia por uma bela avenida de nossa cidade. Pedalava e cantava ao mesmo tempo, feliz da vida. De repente, um tombaço, acidente feio. Caí e não me levantei mais. Deu para sentir uns estalos, tipo ossos quebrando. Consegui apalpar meu ombro e percebi que estava fora do normal. A dor impedia qualquer movimento. “Jesus me ajude! Mande alguém me socorrer”, eu disse.

Logo apareceu a Dona Vera. Ela, assustada, me olhou bem e disse: “Meu Deus! É o senhor, padre Rogerio?”. “Eu mesmo”, respondi. “Chame o SAMU, o resgate ou os bombeiros, por favor”. Ela entrou em sua casa, pegou o celular e pediu ajuda. Demorou uns 40 minutos, mas chegou. Nessa hora muita gente já estava em volta de mim. Eu gemia e chorava de dor. Cheguei no hospital e fui encaminhado para a emergência. Fizeram radiografia e viram que era fraturas sérias. Me deram uns remédios para amenizar a dor e fiquei ali numa maca.

Muita gente precisando de atendimento. Depois de uma hora um médico veio e disse que meu caso era grave e que era necessária uma cirurgia com um especialista. Falou que eu tinha que esperar pois havia casos mais graves que o meu. Fiquei ali, num corredor. Passadas mais umas duas horas senti vontade de ir ao banheiro. Passou uma enfermeira ao meu lado e pedi ajuda. “Preciso ir ao banheiro, me ajude por favor”, disse. Ela me respondeu dizendo para aguardar um pouco. Uns 15 minutos depois passou outra e pedi ajuda novamente. Ela disse: “vou ali e volto já” e não voltou. (Quando alguém lhe disser ‘vou ali e vou já”, saiba que é uma mentira!)

Depois de uma meia hora passou outra e supliquei por ajuda. Ela me deu atenção, graças a Deus. Expliquei o que tinha acontecido e que eu era padre. “Vou ajudar o senhor, mas vai doer”, ela disse. Vi que ela ficou assustada com o fato de eu ser padre. Ela tocou no meu ombro e, eu logo perguntei se ela já tinha tocado em um padre. Ela disse que não. Então eu disse que ela tinha que rezar um ‘Pai Nosso’ antes. Ela começou a rezar. Não aguentei e comecei a rir. Ela viu e perguntou o que foi. Respondi que estava brincando com ela. Ela me perguntou como eu podia brincar numa situação daquelas. Pedi desculpas. Com muito jeito ela me ajudou ir até o banheiro. “Ufa! Que alívio”!

Dica para você: quando alguém estiver com dor e te pedir ajuda, seja rápido. O tempo de quem sofre é diferente do seu. Simples assim.

Padre Rogerio Felix

Pároco da Paróquia Espírito Santo



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