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"Quem me ama, realmente, guardará minha palavra e meu Pai o amará, e a ele nós viremos. João 14,23 Tenha uma semana para reconhecer a Bíblia como palavra viva de Deus!" -

Palavra da Hora - 14/09/2020

Prestação de Contas | Paróquia Espírito Santo | 30/03 a 14/09/2020

Campanha #PESSemFome

  • 4.534 cestas básicas entregues
  • 90,6 toneladas

Fraldas Geriátricas

  • 636 pacotes (em média 7 unidades cada), para 175 famílias

Farmácia Comunitária

  • Atendimento de 20 pessoas por dia, em média 80 receitas, reiniciado em maio de 2020
  • 1.480 atendimentos com 4.920 receitas médicas, sendo que cada receita é dispensada uma média de quatro medicamentos diferentes

Atendimento psicológico virtual

  • 219 pessoas atendidas

Equipamentos emprestados

  • Cadeira de rodas, cadeira de banho, muletas, bengalas, andador, cama hospitalar, colchão casca de ovo, bota ortopédica imobilizadora, suporte para soro
  • 548 empréstimos

Doações

  • Roupas: 3.025 quilos
  • Cobertores: 262 unidades
  • Enxovais de bebê: 116 kits

PALAVRA DA HORA, com o Padre Rogerio Felix

Viva a caridade!

Logo no início da pandemia fui internado às pressas e submetido a mais uma cirurgia. Foi a minha décima terceira! No hospital comecei a imaginar o que estava por vir. Com o isolamento social desconfiava que muita gente ia passar necessidade. Acertei. Perguntei para nosso Papai do Céu: “O que o Senhor quer de nós nesse tempo difícil que começa?”. Pediu santidade de todos e que não deixássemos ninguém passar fome. Continuei orando, ali sozinho, já oferecendo minhas dores pelos que mais seriam impactados pela peste. Já tinha a certeza da necessidade de uma campanha. Vi que seria uma missão difícil. Mas era um pedido de Deus. Naquele leito de hospital começou a #PESSemFome. Lembrei-me de quando era criança. Saí muitas vezes às ruas com minha mãe, Dona Rosa, em busca de comida, muita pobreza. Ninguém merece passar fome. Ninguém! Principalmente os pequenos. É triste demais! Eu passei por isso. Lembrei-me de uma família que pediu nossa ajuda nessa pandemia. Quando entrei na casa duas crianças choravam. A mãe, ao receber os alimentos disse: “Filhos, o papá chegou”. Tirou uns biscoitos da cesta e deu para eles. Eles pararam de chorar. Era fome! Muita emoção, lágrimas. Pensei “quem será que doou o arroz, as bolachas, o macarrão e o açúcar dessa cesta?”. Deus sabe quem foi... Amém.



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