ENSINA-NOS SENHOR, A DEDICAR TEMPO
SILÊNCIO E ATENÇÃO À ESCUTA DA VOSSA PALAVRA

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Luiz Gonzaga e Maria Nilza - Dizimistas desde 2009

 

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Estive na Secretaria da Paróquia no dia 16/08, uma terça-feira. Trouxe meu dízimo no valor de R$ 250,00. Embora estivesse ficado sem nada, estava aliviado por ter acertado meu compromisso com Deus, mas fiquei preocupado, pois minha esposa estava com dores fortes no braço e decidimos ir ao médico. A consulta era R$ 300,00. Esse dinheiro estava comprometido, mas tivemos que pagar a consulta. Ela foi examinada e medicada, pedindo para voltarmos no dia seguinte. Ao retornarmos ao consultório, o médico nos chamou na sala e disse: "tive um sonho essa noite e o Senhor me revelou que não posso receber esse valor, cobrarei somente o valor da taxa de medicação e exames que é de R$ 50,00. Os R$ 250,00 estão aqui, estou devolvendo para o senhor".
Fui para casa emocionado, mas antes passei na Paróquia para contar o que havia acontecido e como estávamos gratos por essa bênção maravilhosa! Deus provê, Deus proverá!

Lígia e Alexandre - Célula "Anjos de Israel"

Ligia e Alexandre

Alexandre e Lígia viveram 12 anos juntos sem o sacramento do matrimônio. Foram pais muito cedo (ela com 18 anos) e levavam uma vida desregrada, do mundo, ou seja, totalmente fora dos ensinamentos da igreja. Até que no natal de 2011, depois de quase uma overdose de drogas, o Alexandre resolveu iniciar seu processo de conversão, mas vivia sempre com um pé na igreja e o outro no mundo, o que possibilitava recaídas nas drogas e na vida, totalmente cheia de altos e baixos.


Até que um dia, a convite de um amigo, o casal conheceu a rede mista e começou a frequentar a célula. "A partir daí, Deus começou a agir em nossas vidas. O Alexandre nunca mais voltou ás drogas e nós fizemos um propósito de nos casar, porque queríamos receber Jesus na Eucaristia. Não tínhamos nenhum dinheiro e o pessoal da célula começou a rezar e a jejuar. Daí, um foi dando isso, outro aquilo, e em 06 meses nosso casamento estava organizado. Nos casamos com tudo que tínhamos direito e foi lindo, com o ponto máximo na hora em que, finalmente recebemos Jesus".

Sônia e Alcir - Célula "Alegria em Cristo"

Sonia Alcir

Sônia e Alcir têm 21 anos de casados e dois filhos. Ela conta que começou a frequentar a rede mista, há quase dois anos, sozinha, ou seja, seu esposo não a acompanhava. Era uma fase muito ruim, os dois viviam uma crise conjugal e a separação era algo muito cogitado dentro de seu lar. Ir á célula, soava para Sônia, como se fosse uma tábua de salvação, ou seja, a última tentativa de resgate de sua família, antes de um eminente divórcio. "Depois que comecei a frequentar a célula, fui vendo que ela era muito mais do que aquela tábua de salvação que eu pensava. Lá, fiz verdadeiros amigos que rezavam por mim e me levavam para Deus, porque pessoas para incentivar a separação, tinham muitas aí fora, mas lá era diferente, eles me ensinaram a olhar meu esposo com os olhos de Cristo, e aí eu pensei: ou eu o ajudo ficando com ele e enfrentando a crise ou eu o largo e aí ele se perde de vez".


Graças ás orações e ao apoio dos membros da célula, o casal resolveu optar pela retomada do casamento. As mudanças, apresentadas no comportamento de Sônia, chamaram a atenção de Alcir que, pouco a pouco, foi se interessando por saber o que acontecia dentro da célula e porque, frequenta-la fazia tão bem para sua esposa, até que um dia ele mesmo resolveu experimentar. "Não vou dizer que não tivemos mais problemas depois que começamos a frequentar juntos as células, pelo contrário, tivemos muitos. O que mudou foi o modo de enxergarmos e enfrentarmos esses problemas, agora com muito mais fé, amor e é claro, o auxílio dos amigos e a presença de Deus".

Elenir e Marcos - Célula "Filhos do Amor"

Sonia e Alcir

O Casal se conheceu na célula "Coração Adorador" no ano de 2012. Elenir era viúva e tinha acabado de se mudar para São José dos Campos, vinda de Paraibuna. Começou a frequentar a célula a convite de uma amiga, e a princípio, somente a título de curiosidade. Logo no primeiro encontro, sentiu-se muito bem acolhida pelos membros da célula, o que a ajudou a superar as dificuldades de adaptação que tinha na nova cidade de moradia "Vim de uma cidade pequena e São José me pareceu muito fria no relacionamento das pessoas, muito diferente do que eu estava acostumada. Na célula as coisas eram diferentes, as pessoas eram acolhedoras e mostravam interesse por nós. Isso fez com que eu não parasse mais de frequentá-la e, em pouco tempo, a célula se tornou a minha família".


Marcos já frequentava a célula desde 2010, quando conheceu Elenir. A amizade que os dois tinham no começo, acabou se transformando em um interesse maior, mais profundo. Foram se aproximando, os olhos foram se encontrando, o que deu origem a um namoro. Contudo, para que ficassem juntos, de acordo com a doutrina e os planos de Deus, havia um impedimento, Marcos era divorciado. "Separei-me em 2007, vindo de um casamento de 22 anos. Quando conheci Eleni, queria ficar com ela e ela comigo, mas do jeito que Deus queria, casando-nos na igreja. Frequentar a célula foi fundamental para esse nosso desejo e em 2012 entrei com o processo de nulidade de meu casamento. Demorou dois anos, até que em dezembro de 2014 saiu a nulidade. Nesse meio tempo, tivemos um namoro santo, aguentamos firme e em junho de 2015, enfim nos casamos, e hoje vivemos em paz no nosso matrimônio, na obediência a Deus".

 

Renata Morais Martins

 12570831 966818346764218 1832257194 n 1Tenho um testemunho a dar , fui na missa de sexta feira , quinto dia do Cerco de Jerico , missa de cura interior e física , e pedi muito pela cura desta moça o nome dela eh Lidy Renata ,ela fez uma cirurgia e possui uma placa no corpo e a placa estava dando reação em seu corpo provocando infeccoes , acumulando muito pus , só que eu não conhecia está moça ,ela e afilhada de uma amiga minha que trabalha comigo , e ela comentou comigo sobre a gravidade do problema dela , e eu sem a conhecer pessoalmente pedi pela cura dela nesta missa . E hoje sábado ela me aparece na loja em que eu trabalho , andando , se sentindo bem melhor acompanhada do filho e marido . Minha amiga me chamou e me apresentou ela , contando a ela que eu tinha pedido a Jesus pela sua cura , ela se emocionou muito , Me abraçou e me agradeceu pelo gesto . fiz questão de registrar este testemunho , pois devemos pedir uns pelos outros , sem mesmo conhecer , pois está escrito no primeiro mandamento Amar uns aos outros como eu vos Amei . Um abraço a Paróquia Espírito Santo 

Renata Morais Martins

Dízimo

Encerrando o mês diocesano de conscientização do dízimo, o IPES publica um testemunho, de um paroquiano, que relata as bênçãos que o dízimo trouxe para a vida dessa família.

Meu nome é Ney, sou casado há 23 anos e tenho dois filhos, “gêmeos”.
Nesta época de reflexão do dízimo, fui tocado a pronunciar o meu testemunho, o qual, só vem confirmar todas as passagens do Evangelho e a pregação da missa do 05/11/09.
Poucos anos atrás, com apoio sempre da minha querida esposa, resolvi deixar o banco em que trabalhava e abrir nosso próprio negócio. Comprando um pequeno caminhãozinho, começamos a trabalhar. Então resolvemos fazer a experiência das bênçãos do dízimo. Não demorou muito e compramos o segundo caminhãozinho, este bem maior que o primeiro. Tudo estava caminhando muito bem até que, em uma das voltas de muitas viagens que fazíamos, um acidente veio a destruir os dois caminhões de uma só vez: fomos atingidos por trás por uma enorme carreta desgovernada. No exato momento, gritei pela intercessão de Nossa Senhora que veio em meu auxílio. A porta do caminhão abriu e eu caí no acostamento enquanto o caminhão era lançado ribanceira abaixo.

Quando o dia raiou, todas as pessoas que por ali passavam perguntavam pelo corpo do motorista e eu ali, com apenas um arranhão na perna.
Da noite para o dia ficamos sem nenhuma renda para nos sustentar. Era época de Natal e para não estragarmos a festa de nossa família, resolvemos não contar nada a ninguém. No dia seguinte, perguntei à minha esposa como estávamos de dinheiro, ela disse que tínhamos na conta apenas o dinheiro do dízimo, dinheiro este que daria para fazer uma compra para chegar até o ano seguinte, mas resolvemos, juntos, que pagaríamos o dízimo e assim o fizemos. Passamos a noite de Natal muito triste, pois não sabíamos como seria o ano que estava para chegar. As crianças foram dormir e ficamos abraçados, chorando a noite toda.

Na semana que antecedia o Ano Novo, peguei uma carona e fui até a cidade de Jandira onde havia ocorrido o acidente, a fim de desembaraçar a liberação do que sobrou dos dois caminhões. Chegando naquela cidade, havia uma fila muito grande, era um grupo de pessoas que, para fazer o bem, estavam distribuindo cestas básicas. Então, deixei meu orgulho e entrei nesta fila e a cesta foi o suficiente para passar as festas. Voltei a trabalhar, mas ganhando apenas 30% do que ganhava, pois estava trabalhando com caminhão alugado, mesmo assim, íamos levando sem precisar mais de ajuda, a não ser a de Deus.

Um mês depois, a firma da carreta que causou o acidente me chamou e pediu para levar os caminhões em uma oficina, por eles credenciada, que resolveram reformá-los. Isso sem briga judicial. Já sabíamos que Deus estava agindo!

Dois meses depois, os caminhões ficaram melhores do que eram e, como se não bastasse, a empresa nos pagou todas as despesas do aluguel dos últimos três meses.
Para mim, DEUS já havia feito muito, mas não parou por aí. Na mesma semana, recebi um comunicado de que uma indenização estava a minha disposição no banco. Quando fui ver o valor, caí de costas, pois a quantia era suficiente para comprar quatro caminhões. Colocamos nossa vida em ordem, construímos nossa própria empresa que emprega hoje quatro famílias e podemos afirmar que somos muito respeitados pelos nossos concorrentes.

Há dois anos e meio venho frequentando essa Paróquia nas missas de 5ª feira e domingo, procurando colocar em prática o que Deus fala através da boca do Padre Luis Fernando e tenho certeza que, por isso, não paramos de prosperar.
São José Campos, 10 de novembro de 2009

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Cada casa, uma célula que cresce e se multiplica; cada membro, um discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Missas

 

2ª feira: 7h (Celebração)
3ª feira: 7h e 19h30
4ª feira: 7h e 19h30 (Setor)
5ª feira: 16h ( Solenidade de Corpus Christi)
6ª feira: 7h e 15h
Sábado: 19h (Igreja e CP4)
Domingo: 7h30, 10h, 12h, 17h30
e 19h30

Programação válida de 12/06 a 18/06

Confissões

3ª feira: 17h30
4ª feira: 9h30
6ª feira: 9h30
Sábado: 10h 

Chegar com 40 minutos de antecedência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(12) 3931-2959

Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011

 

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