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Mensagem do Dia - 22/10/2018

Na vida, todos somos semeadores. Uns semeiam flores e descobrem belezas e frutos. Outros semeiam espinhos e se ferem nas suas pontas agudas. Ninguém vive sem semear... Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes de amor, de bondade, de afeto... Nos momentos que mais pedimos, mais aprendemos, assim conhecemos a força do espírito de Deus em nossa vida. Tenha uma semana para divulgar a verdade, a paz, o amor e a justiça!

Franz de Castro

Ele derramou o seu sangue por aqueles que precisavam

 

Olá, queridos leitores da PES de CRISTO. Temos uma bela notícia: a Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico, da qual falamos na edição passada, teve suas virtudes heroicas reconhecidas no dia 03/04/2014 pelo Papa Francisco. Com isso ela se torna Venerável, faltando pouco para a Beatificação.

 

Nesta edição falaremos do Servo de Deus Franz de Castro Holzwarth. Ele nasceu no dia 18/05/1942 na cidade de Barra do Piraí/RJ. Era um jovem comum, que desde pequeno demonstrava grande amor pelos menos favorecidos e possuía uma grande piedade em suas orações. Por toda sua vida queria dar-se inteiramente a Jesus, mas tinha dúvida se queria ser sacerdote do Senhor.

 

Aos 21 anos entrou na faculdade de Direito e se mudou para Jacareí. Após dois anos, veio para São José dos Campos. Nessa mesma idade escreveu uma carta, com um trecho que dizia: “Ninguém me virou a cabeça: há muito que Ele me persegue e creio que, na minha futura profissão, com Ele e por Ele conseguirei muito”.

 

Formou-se em Direito aos 26 anos e sempre defendia os menos afortunados e os excluídos, cuidando do lado jurídico e espiritual, tornando-se o Doutor dos pobres e apóstolo dos encarcerados. Entrou na Pastoral Carcerária, sendo para os presos um pai, amigo e irmão.

 

Em 14/02/1981, Franz e um amigo foram chamados para impedir o pior em um motim na cadeia pública de Jacareí. Ele se ofereceu para ficar no lugar de um refém, um policial militar. Durante toda a tensão, quando os bandidos fugiam com Franz como refém, houve um grande tiroteio em que sete pessoas morreram (cinco bandidos, um policial e o próprio Franz).

 

Ele derramou seu sangue, sua vida, pelos outros. Um verdadeiro mártir, fazendo o que ele havia dito para seu amigo Padre Altamirando: “O que importa na vida é Cristo e trazê-lo aos outros como sacerdote. Há em mim um desejo de doação total. Espero em Deus que se faça a sua vontade. Estou disposto ao que me chamar”.

Em 06/03/2009 foi aberto seu processo de canonização e em 2010 seus documentos foram encaminhados para a Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano. Em 2011 foi declarado Servo de Deus pelo Papa, época que marcou a abertura oficial do processo de canonização.

 

O Processo Canônico é definido pelo martírio, sendo assim, após a comprovação pelo Vaticano, ele será declarado Beato. Já existem relatos de milagres pela sua intercessão. Seus restos mortais estão expostos na Igreja Matriz de São José dos Campos, abertos à visitação e oração.

 

Franz de Castro derramou o seu sangue por aqueles que precisavam. Assim, nós também devemos dar a nossa vida e amor por eles. Rezemos por sua Beatificação.

 

Na próxima edição falaremos do Venerável Padre Rodolfo Komorek. Seguimos juntos o caminho da santidade até o céu! O Vale e o Brasil precisam de santos. Sejamos nós os santos de Cristo Jesus. Deus os abençoe! Até a próxima!

 

Por Paulo Sérgio Silva

Liturgia Eucarística

"O Amor não desiste perante o impossível, não desarma perante a dificuldade"

Nesta edição, chegamos ao final da explicação das partes da Missa ou Ceia do Senhor. Agora vamos falar da parte mais importante de toda a celebração: A Eucaristia. Este é o momento mais sublime da missa: é a renovação do Sacrifício da Cruz, agora de maneira incruenta, isto é, sem dor e sem violência. Pela ação do Espírito Santo, realiza-se um milagre contínuo: a transformação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo. É o milagre da transubstanciação, pelo qual Deus mantém as aparências do pão e do vinho (matéria) mesmo que tenha desaparecido a substância subjacente (do pão e do vinho). Ou seja, a substância agora é inteiramente a do Corpo, Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, embora as aparências sejam a do pão e do vinho.


 



RITO DA COMUNHÃO

Pai Nosso 

Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Jesus nos ensinou a chamar a Deus de Pai e assim somos convidados a rezar o Pai Nosso. É uma oração de relacionamento e de entrega. Como cristãos, fazer a vontade do Pai é tão importante para nosso espírito quanto o alimento é para nosso corpo.
Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos bem o Pai Nosso, precisamos entrar no pensamento de Jesus e na vontade do Pai. Portanto, para eu comungar o Corpo do Senhor na Eucaristia, preciso estar em "comunhão" com meus irmãos, que são membros do Corpo Místico de Cristo. 

Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante. Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. Após o Pai Nosso na Missa não se diz amém, pois a oração seguinte é continuação.

 


 A paz

Após o Pai Nosso, o sacerdote repete as palavras de Jesus: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”. 

A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há sobre a terra. Vale mais que todas as receitas, todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição. 
Que paz é essa da qual fala Jesus? É o amor para com o próximo. Às vezes vamos à Igreja rezar pela paz no mundo, mas não estamos em paz conosco ou com nossas famílias. Não nos esqueçamos: a paz deve começar dentro de nós e dentro de nossas casas. 

Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz. 

 


Fração do pão 

O celebrante parte o pão eucarístico e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue do Senhor num mesmo Sacrifício e mesma comunhão. 


Cordeiro de Deus 

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o "cordeiro de Deus". Os fiéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez. 
 

Comunhão 


A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei imortal e eterno, deixou como Mistério da Salvação para todos os que nele crêem. Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis, para alimento de vida eterna.

O sacerdote prepara-se por uma oração em silêncio para receber frutuosamente o Corpo e o Sangue de Cristo. Os fiéis fazem o mesmo, rezando em silêncio. A seguir, o sacerdote mostra aos fiéis o pão eucarístico sobre a patena ou sobre o cálice e convida-os ao banquete de Cristo; e unindo-se aos fiéis, faz um ato de humildade. Enquanto o sacerdote recebe o sacramento entoa-se o canto da Comunhão que se estenderá à comunhão dos fiéis.

À mesa do Senhor recebemos o alimento espiritual.

A hora da Comunhão merece nosso mais profundo respeito, pois nos tornamos uma só coisa em Cristo. E sabemos que essa união com Cristo é o laço de caridade que nos une ao próximo. O fruto de nossa Comunhão não será verdadeiro se não vemos melhorar a nossa compaixão, paciência e compreensão para com os outros.

Após a comunhão temos Jesus em nós e nós N'Ele. Enquanto isso ouvimos a oração proferida pelo sacerdote, em que implora os frutos do mistério celebrado.

Quantos milagres e quantas curas acontecem nesse momento em que Deus está vivo e presente em nós!

 


Ritos Finais

Seguem-se a Ação de Graças e os Ritos Finais. Despedimo-nos, e é nessa hora que começa nossa missão: a de levar Deus àqueles que nos foram confiados, a testemunhar Seu amor em nossos gestos, palavras a ações. 

E a missa termina com a benção. É preciso valorizar mais e receber com fé a benção solene dada no final da Missa.  

É justamente agora a parte mais importante da Missa, quando Ela se acaba, pois colocamos em prática tudo aquilo que ouvimos e aprendemos durante a celebração, enfim quando vivenciamos os ensinamentos de Deus Pai.

Por Viviane Santos da Silva

 

Novo Bispo, Dom Cesar

Bendito o que vem em nome do Senhor

 

A grata notícia da nomeação de Dom Cesar

No dia 20 de março foi divulgada a notícia da nomeação de Dom Cesar, como o nosso quarto bispo diocesano. Foram quase dez meses de expectativa. Por isso, a notícia foi recebida com alegria e entusiasmo em toda a nossa diocese. Dom Cesar exerceu a função de bispo da diocese de Bom Jesus da Lapa, na Bahia, por cinco anos. Seu lema episcopal é “Somos de Deus”, que expressa como ele se colocou plenamente à disposição da Igreja.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2 site Convite a ação de graças

Nos quase dez meses de espera, a nossa diocese orou incessantemente pelo processo de nomeação do seu novo bispo. Em muitas paróquias foi feito no final de todas as Missas dominicais e até semanais a oração oficial pela nomeação do novo bispo. As Regiões Pastorais promoveram, no âmbito regional ou paroquial Horas Santas nesta intenção. Pessoas e grupos  participaram desta campanha diocesana de oração, colocando sempre em suas orações pessoais e comunitárias esta intenção. 

Agora é o momento de ação de graças. A oração de louvor e ação de graças é muito oportuna para nos mantermos conscientes dos dons de Deus e nos abrirmos sempre mais aos apelos da sua graça. As vezes acontece de pedirmos uma graça a Deus por muito tempo, mas quando somos atendidos nos esquecemos de agradecer. A oração de ação de graças deve ser a atitude normal daquele que se vê contemplado pela benevolência divina. Então a oração de súplica se transforma em oração de ação de graças.

Não podemos ficar indiferentes. Mais uma vez o Pastor supremo do rebanho voltou o seu olhar sobre a nossa querida e amada diocese e cumpriu a sua promessa de conceder ao seu povo pastores conforme o seu coração (cf. Jer 3,15).

 

Por Ana Lúcia Zombardi, jornalista da Diocese de São José dos Campos

 

 


 

ORAÇÃO EM AÇÃO DE GRAÇAS PELA NOMEAÇÃO DE DOM CESAR

Ó Deus, Pastor supremo do rebanho, nós vos agradecemos por todos os benefícios que tendes concedido à nossa Diocese. Graças vos damos porque mais uma vez voltastes o vosso olhar providencial sobre nossa Diocese, concedendo-nos um pastor conforme o vosso coração (cf Jr 3,15). Obrigado pelo sim de Dom Cesar, nosso bispo nomeado, que confiando na assistência do vosso Espírito, colocou-se, plenamente, à disposição da Igreja. A nós, diocesanos, concedei as virtudes da humildade e da obediência, para acolhermos bem aquele que escolhestes. Assim, pastor e rebanho unidos pelo vínculo da caridade poderão empenhar-se na edificação de uma Igreja viva e dinâmica. Nós vos apresentamos nossos agradecimentos e súplicas por intercessão de Nossa Senhora Aparecida e São José, patrono de nossa Diocese. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.

 


Convite

A Diocese de São José dos Campos convida para a Missa de Posse de seu 4º bispo diocesano, no dia 17 de maio, às 15h, no Centro da Juventude “Fuad Cury” - Rua Aurora Pinto da Cunha, 131 - Jardim América - São José dos Campos.

 


 

 

 

 

 

 

MENSAGEM AO POVO DE DEUS DA DIOCESE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Queridos Presbíteros, Diáconos, Religiosos(as), Leigos e Leigas, Povo de Deus. Prezadas Autoridades,  pessoas de boa vontade e amigos(as)!       Queridos  Jovens, adolescentes e Crianças!

Saudações em Cristo Jesus.

No dia 20 de março, próximo passado, o Papa Francisco me nomeou Bispo da Diocese de São José dos Campos, SP, transferindo-me da Diocese de Bom Jesus da Lapa, BA. Não esperava tal nomeação, pois havia chegado em minha atual Diocese no início do ano de 2009. Aceitei e obedeci ao mandato Pontifício alicerçado na Palavra de Jesus Cristo: “eu vim para fazer a vontade do meu Pai que está nos céus” (Jo 6,38). É isso que prometi em todas as etapas de minha formação seminarística salesiana e presbiteral. Assim, vou exercer meu múnus pastoral como Bispo Diocesano desta Diocese seguindo o exemplo de Jesus: fazer acontecer a vontade de Deus na minha vida e na vida dos irmãos e irmãs na fé.

Meu lema Episcopal é: “SOMOS DE DEUS” tirado da primeira carta de São João, capítulo seis, versículo quatro. Com isso quero afirmar claramente e anunciar, que em nossas vidas, como diz o Apóstolo, Deus é o único Senhor de tudo e de todos. Somos chamados e desafiados, cada dia, a escutar Sua Voz e anunciar o Seu Evangelho. É isto que quero viver e anunciar como Bispo nesta querida Diocese de São José dos Campos.

Diz o Concílio Vaticano II: “Cristo, mediador único, constitui e sustenta indefectivelmente sobre a terra, como organismo visível, a sua Igreja santa, comunidade de fé, de esperança e de amor, e por meio dela comunica a todos a verdade e a graça (LG 8). É isto que espero viver com os que confessam a mesma Fé, receberam o mesmo Batismo e foram enviados e enviadas para a mesma Missão. Vamos com alegria e entusiasmo vivenciar nossa fé na Santíssima Trindade, na vida da Igreja, que é sacramento de salvação, nestes tempos que Deus nos concedeu viver.

Que a Palavra de Deus, o Magistério da Igreja, as orientações da vida de Fé possam ir moldando os nossos corações, as nossas mentes, as nossas almas para manifestarmos atitudes coerentes com o seguimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Peço que a Virgem Maria, mãe de Deus, mãe da Igreja e nossa Mãe abençoe a todos e a todas. Que a exemplo de São José possamos ser homens e mulheres da Palavra e de palavra. Que São Dimas, padroeiro da catedral, possa nos animar sempre mais no diálogo com Jesus e no anseio de viver com Ele no Reino dos Céus.

Minha saudação e minha Bênção a todos e todas.

D. José Valmor Cesar Teixeira, SDB

Bispo nomeado de São José dos Campos

Mãos talentosas

Novo projeto da Obra Social Nossa Senhora de Fátima

 

O projeto visa desenvolver um curso de capacitação direcionado às mulheres de nossa comunidade que não possuem formação educacional e profissional para exercer uma atividade remunerada em sua casa. Entre elas, existem muitas mães que dependem de vagas junto às creches e não conseguem devido à grande demanda existente, e que são, em sua grande maioria, responsáveis por contribuir no sustento do lar ou ainda até arrimo de família, tornando-se capazes de gerir o próprio sustento mensal.

 

Serão oferecidos cursos de corte e costura, manicure, pedicura e cabeleireiro. O objetivo é qualificar e incentivar os usuários a encontrar opções diferentes para suprir suas necessidades básicas, facilitando sua inclusão no mercado de trabalho visando o aprendizado com qualidade na área teórica e técnica, bem como a prática supervisionada, por meio de profissional especializado nas áreas de Corte e Costura, manicure e cabeleireira para profissionalização, visando a promoção humana.

 

Com esse trabalho, são esperados a inclusão e/ou recolocação no mercado de trabalho,  valorização de suas habilidades e competências, incentivo a promoção humana visando a  autonomia e melhoria na qualidade de vida. Podem participar pessoas com mais de 18 anos e com o segundo grau completo ou em curso.

 

Por Ângela Sales, assistente social da Obra Social

Casa de Acolhida

 

Eles perceberam a necessidade de um trabalho humano-afetivo e social, ao ver que muitos portadores do HIV internados no antigo Hospital Vicentina Aranha não tinham para onde ir após o fim do tratamento e tão menos qualquer apoio humano e social. Nesta mesma época, a CNBB muito se preocupava com o alto índice de pessoas portadoras do HIV/AIDS que enfrentavam o preconceito e a partir desta problemática, que também se tornava um sofrimento, propôs a criação de um espaço especializado para o acolhimento, orientação e apoio àqueles que buscavam a recuperação da saúde e da dignidade.

 

Há 20 anos, quando o vírus do HIV ainda era uma novidade para a maioria da população, que ainda se acostumava a falar sobre isso e pouco tinham de informações precisas sobre ele, uma iniciativa em São José dos Campos começava a desenvolver um projeto inovador. A Associação Nossa Casa de Acolhida nasceu do sonho desafiador de um grupo de pessoas que participavam da Pastoral da Saúde de nossa diocese, sob o comando do Padre Djalma de Siqueira Lopes. Eles perceberam a necessidade de um trabalho humano-afetivo e social, ao ver que muitos ex-internados dos hospitais de nossa cidade não tinham para onde ir após o fim do tratamento, em uma reunião deste grupo com o então bispo diocesano dom Nelson, foi apresentado uma proposta para criação desta casa e o mesmo disse que em nossa cidade já havia o Vicentina Aranha que acolhida este público. Nesta mesma época, a CNBB estava preocupada com o alto número de pessoas portadoras do HIV/AIDS que enfrentavam o preconceito e que, a partir dessa problemática, também se tornava um sofrimento, propôs a criação de um espaço especializado para o acolhimento, orientação e apoio àqueles que buscavam a recuperação de sua saúde e da dignidade.

 

Desde então, o projeto comandado pela Diocese de São José dos Campos adquiriu forças e hoje conta com a credibilidade da população e dispõe de títulos que uma entidade de seriedade deve ter: Utilidade Pública Municipal, Estadual e Federal, além do certificado de filantropia e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Está situado em espaço próprio, atuando como uma casa de convivência, conta com 21 profissionais (psicólogas, nutricionista, psicopedagoga, assistentes sociais, entre outros) e dispõe ainda de 40 voluntários, que contribuem (eventualmente) diariamente para acolher (com muito amor e uma doação sem igual) 150 famílias de portadores do HIV/Aids, aproximadamente 700 pessoas para diversas ações.

A entidade, consciente do quão é importante um trabalho firmado em conjunto com empresas, comércio e população, para o sucesso de todo projeto, se abre e busca parcerias para a manutenção das ações diárias, tanto de ações específicas, direcionados aos beneficiários e aos seus familiares, como na estrutura da entidade (construção de novos ambientes, reformas, adequações, e outros).

 

A missão da Casa de Acolhida é sob a ótica cristã, promover a dignidade das pessoas que vivem com HIV/AIDS, bem como as que dela cuidam. Para participar dos projetos desenvolvidos pela entidade, os portadores do vírus precisam ser cadastrados e atender aos três pré-requisitos: ser portador do vírus, ter renda familiar baixa e ser aderente ao tratamento desenvolvido paralelamente pelo SUS, através do programa municipal DST/Aids. A entidade funciona em parceria com convênios junto ao Poder Público (60% das verbas) e conta com a generosidade de amigos e da população em geral, que realiza doações em dinheiro (40% das verbas). A entidade, consciente do quão é importante um trabalho firmado em conjunto com empresas, comércio e população para o sucesso do projeto, se abre e busca parcerias para manutenção das ações diárias, tanto de ações específicas, direcionados aos beneficiários e aos seus familiares, como na estrutura da entidade (construção de novos ambientes, reformas, adequações, entre outros).

 

Na Casa de Acolhida procuramos transmitir às pessoas palavras que as motivem a não desistir da vida, oferecendo um suporte técnico, composto de pessoas capacitadas a ajudar tanto na área social, quanto afetiva e humanitária. A vida é um Dom de Deus, toda vida tem seu valor e nossa missão é ajudar cada um, bem como seus familiares, para que tenham a melhor qualidade de vida possível”, revelou.

 

A diretoria da Casa de Acolhida é formada por voluntários, sendo presidida por um sacerdote diocesano, garantindo o amparo espiritual e visando apoio e acompanhamento humano, cristão e diocesano.  Desde outubro de 2013, padre Djalma nomeou para a presidência o padre Bernardo Oliveira, que se sentiu lisonjeado ao ser convidado a contribuir com uma causa tão nobre. “Fiquei honrado com esse convite. Não conhecia a Casa e hoje estou totalmente envolvido com o projeto. Muitas pessoas, diagnosticadas com HIV, entram em processo de depressão, enfrentando o abandono familiar e social. Na Casa de Acolhida procuramos transmitir às pessoas palavras que as motivem a não desistir da vida, oferecendo um suporte técnico, composto de pessoas capacitadas a ajudar tanto na área social quanto afetiva e humanitária. A vida é um Dom de Deus, toda vida tem seu valor e nossa missão é ajudar cada um, bem como seus familiares, para que tenham a melhor qualidade de vida possível”, revelou.

 

A entidade conta com a organização administrativa de Alex Prado, que desde 2009 assumiu a função, tendo em vista sua experiência e conhecimento do funcionamento e organização da mesma. “Eu participava da Pastoral da Juventude e já conhecia o trabalho, mas ao vir servir um mês como motorista, acabei me apaixonando pela causa e nunca mais quis sair daqui”, conta emocionado.

 

 


 

 

Conheça alguns dos projetos desenvolvidos:

- Alicerce: atendimento e acompanhamento social do portador e de sua família através de orientações, reuniões sócio-educativas, repasse de recursos materiais, encaminhamentos aos serviços e equipamentos da rede municipal de Proteção Social Básica.

 

- Broto: atendimento psicológico de crianças e adolescentes soropositivas com repasse de cesta complementar de alimentação.

 

- Nossas mãos: oficina de artesanato que proporciona um espaço de convivência terapêutica, através da aprendizagem e fortalecimento de seu desenvolvimento pessoal com possibilidade profissional para geração de renda.

 

- Viva bem: atendimento jurídico gratuito aos portadores e seus familiares.

 

- CAVP: atendimento psicológico preparando as crianças e os adolescentes para o conhecimento de sua soropositividade, os pais e cuidadores para revelação diagnóstica e acompanhamento nutricional.

 

- Novos horizontes: atendimento em plantão psicológico, direcionado aos adultos vivendo e convivendo com HIV/Aids.

 

- Amanhecer: capacitação profissional do adolescente portador, tornando-o competitivo para o mercado de trabalho.

 

- Vida Nova: grupo de ajuda para dependentes químicos que vivem com HIV/Aids e seus familiares. Projeto desenvolvido em parceria com a Pastoral da Sobriedade Diocesana.

 

 


 

 

Atendimento

Associação Nossa Casa de Acolhida

Av. Rui Barbosa, 124, Centro, São José dos Campos/SP – 12209-000

(12) 3941-4767 e 3204-8435

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Formas de doação / captação de recursos:

Depósito Bancário (Caixa Econômica Federal – Agência 0351 – Operação 013 – Conta 50179-5)

Motoboy

Cartões de débito e crédito

Boleto bancário

Funcionamento e aberto ao público para visitação:

Segunda a sexta-feira, das 8 às 17h

* Aberto ao público e aos parceiros e benfeitores para visitação

 

 


 

 

 

 

Seja um parceiro e benfeitor da “Nossa Casa de Acolhida”! 

Há uma felicidade sem igual, quando partilhamos tudo o que Deus nos dá!

 

Por Fernanda Albuquerque

Cada casa, uma célula que cresce e se multiplica; cada membro, um discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Missas

2ª feira | 7h (Celebração)
3ª feira | 7h | 19h30
4ª feira | 7h | 15h | 19h30
(Setor 04 - Rua Zacarias da Silva, 33)
5ª feira | 7h | 12h15 | 19h30
6ª feira | 7h | 15h15
Sábado | 19h (Igreja e CP4)
Domingo | 7h30 | 10h | 12h |
17h30 | 19h30

Confissões

3ª feira | 17h30
4ª feira | 9h30
5ª feira | 9h30
6ª feira | 9h30
Sábado | 10h


Programação de 22 a 28/10/2018

(12) 3931-2959


Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011


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