ENSINA-NOS SENHOR, A DEDICAR TEMPO
SILÊNCIO E ATENÇÃO À ESCUTA DA VOSSA PALAVRA

Mãos talentosas

Novo projeto da Obra Social Nossa Senhora de Fátima

 

O projeto visa desenvolver um curso de capacitação direcionado às mulheres de nossa comunidade que não possuem formação educacional e profissional para exercer uma atividade remunerada em sua casa. Entre elas, existem muitas mães que dependem de vagas junto às creches e não conseguem devido à grande demanda existente, e que são, em sua grande maioria, responsáveis por contribuir no sustento do lar ou ainda até arrimo de família, tornando-se capazes de gerir o próprio sustento mensal.

 

Serão oferecidos cursos de corte e costura, manicure, pedicura e cabeleireiro. O objetivo é qualificar e incentivar os usuários a encontrar opções diferentes para suprir suas necessidades básicas, facilitando sua inclusão no mercado de trabalho visando o aprendizado com qualidade na área teórica e técnica, bem como a prática supervisionada, por meio de profissional especializado nas áreas de Corte e Costura, manicure e cabeleireira para profissionalização, visando a promoção humana.

 

Com esse trabalho, são esperados a inclusão e/ou recolocação no mercado de trabalho,  valorização de suas habilidades e competências, incentivo a promoção humana visando a  autonomia e melhoria na qualidade de vida. Podem participar pessoas com mais de 18 anos e com o segundo grau completo ou em curso.

 

Por Ângela Sales, assistente social da Obra Social

Casa de Acolhida

 

Eles perceberam a necessidade de um trabalho humano-afetivo e social, ao ver que muitos portadores do HIV internados no antigo Hospital Vicentina Aranha não tinham para onde ir após o fim do tratamento e tão menos qualquer apoio humano e social. Nesta mesma época, a CNBB muito se preocupava com o alto índice de pessoas portadoras do HIV/AIDS que enfrentavam o preconceito e a partir desta problemática, que também se tornava um sofrimento, propôs a criação de um espaço especializado para o acolhimento, orientação e apoio àqueles que buscavam a recuperação da saúde e da dignidade.

 

Há 20 anos, quando o vírus do HIV ainda era uma novidade para a maioria da população, que ainda se acostumava a falar sobre isso e pouco tinham de informações precisas sobre ele, uma iniciativa em São José dos Campos começava a desenvolver um projeto inovador. A Associação Nossa Casa de Acolhida nasceu do sonho desafiador de um grupo de pessoas que participavam da Pastoral da Saúde de nossa diocese, sob o comando do Padre Djalma de Siqueira Lopes. Eles perceberam a necessidade de um trabalho humano-afetivo e social, ao ver que muitos ex-internados dos hospitais de nossa cidade não tinham para onde ir após o fim do tratamento, em uma reunião deste grupo com o então bispo diocesano dom Nelson, foi apresentado uma proposta para criação desta casa e o mesmo disse que em nossa cidade já havia o Vicentina Aranha que acolhida este público. Nesta mesma época, a CNBB estava preocupada com o alto número de pessoas portadoras do HIV/AIDS que enfrentavam o preconceito e que, a partir dessa problemática, também se tornava um sofrimento, propôs a criação de um espaço especializado para o acolhimento, orientação e apoio àqueles que buscavam a recuperação de sua saúde e da dignidade.

 

Desde então, o projeto comandado pela Diocese de São José dos Campos adquiriu forças e hoje conta com a credibilidade da população e dispõe de títulos que uma entidade de seriedade deve ter: Utilidade Pública Municipal, Estadual e Federal, além do certificado de filantropia e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Está situado em espaço próprio, atuando como uma casa de convivência, conta com 21 profissionais (psicólogas, nutricionista, psicopedagoga, assistentes sociais, entre outros) e dispõe ainda de 40 voluntários, que contribuem (eventualmente) diariamente para acolher (com muito amor e uma doação sem igual) 150 famílias de portadores do HIV/Aids, aproximadamente 700 pessoas para diversas ações.

A entidade, consciente do quão é importante um trabalho firmado em conjunto com empresas, comércio e população, para o sucesso de todo projeto, se abre e busca parcerias para a manutenção das ações diárias, tanto de ações específicas, direcionados aos beneficiários e aos seus familiares, como na estrutura da entidade (construção de novos ambientes, reformas, adequações, e outros).

 

A missão da Casa de Acolhida é sob a ótica cristã, promover a dignidade das pessoas que vivem com HIV/AIDS, bem como as que dela cuidam. Para participar dos projetos desenvolvidos pela entidade, os portadores do vírus precisam ser cadastrados e atender aos três pré-requisitos: ser portador do vírus, ter renda familiar baixa e ser aderente ao tratamento desenvolvido paralelamente pelo SUS, através do programa municipal DST/Aids. A entidade funciona em parceria com convênios junto ao Poder Público (60% das verbas) e conta com a generosidade de amigos e da população em geral, que realiza doações em dinheiro (40% das verbas). A entidade, consciente do quão é importante um trabalho firmado em conjunto com empresas, comércio e população para o sucesso do projeto, se abre e busca parcerias para manutenção das ações diárias, tanto de ações específicas, direcionados aos beneficiários e aos seus familiares, como na estrutura da entidade (construção de novos ambientes, reformas, adequações, entre outros).

 

Na Casa de Acolhida procuramos transmitir às pessoas palavras que as motivem a não desistir da vida, oferecendo um suporte técnico, composto de pessoas capacitadas a ajudar tanto na área social, quanto afetiva e humanitária. A vida é um Dom de Deus, toda vida tem seu valor e nossa missão é ajudar cada um, bem como seus familiares, para que tenham a melhor qualidade de vida possível”, revelou.

 

A diretoria da Casa de Acolhida é formada por voluntários, sendo presidida por um sacerdote diocesano, garantindo o amparo espiritual e visando apoio e acompanhamento humano, cristão e diocesano.  Desde outubro de 2013, padre Djalma nomeou para a presidência o padre Bernardo Oliveira, que se sentiu lisonjeado ao ser convidado a contribuir com uma causa tão nobre. “Fiquei honrado com esse convite. Não conhecia a Casa e hoje estou totalmente envolvido com o projeto. Muitas pessoas, diagnosticadas com HIV, entram em processo de depressão, enfrentando o abandono familiar e social. Na Casa de Acolhida procuramos transmitir às pessoas palavras que as motivem a não desistir da vida, oferecendo um suporte técnico, composto de pessoas capacitadas a ajudar tanto na área social quanto afetiva e humanitária. A vida é um Dom de Deus, toda vida tem seu valor e nossa missão é ajudar cada um, bem como seus familiares, para que tenham a melhor qualidade de vida possível”, revelou.

 

A entidade conta com a organização administrativa de Alex Prado, que desde 2009 assumiu a função, tendo em vista sua experiência e conhecimento do funcionamento e organização da mesma. “Eu participava da Pastoral da Juventude e já conhecia o trabalho, mas ao vir servir um mês como motorista, acabei me apaixonando pela causa e nunca mais quis sair daqui”, conta emocionado.

 

 


 

 

Conheça alguns dos projetos desenvolvidos:

- Alicerce: atendimento e acompanhamento social do portador e de sua família através de orientações, reuniões sócio-educativas, repasse de recursos materiais, encaminhamentos aos serviços e equipamentos da rede municipal de Proteção Social Básica.

 

- Broto: atendimento psicológico de crianças e adolescentes soropositivas com repasse de cesta complementar de alimentação.

 

- Nossas mãos: oficina de artesanato que proporciona um espaço de convivência terapêutica, através da aprendizagem e fortalecimento de seu desenvolvimento pessoal com possibilidade profissional para geração de renda.

 

- Viva bem: atendimento jurídico gratuito aos portadores e seus familiares.

 

- CAVP: atendimento psicológico preparando as crianças e os adolescentes para o conhecimento de sua soropositividade, os pais e cuidadores para revelação diagnóstica e acompanhamento nutricional.

 

- Novos horizontes: atendimento em plantão psicológico, direcionado aos adultos vivendo e convivendo com HIV/Aids.

 

- Amanhecer: capacitação profissional do adolescente portador, tornando-o competitivo para o mercado de trabalho.

 

- Vida Nova: grupo de ajuda para dependentes químicos que vivem com HIV/Aids e seus familiares. Projeto desenvolvido em parceria com a Pastoral da Sobriedade Diocesana.

 

 


 

 

Atendimento

Associação Nossa Casa de Acolhida

Av. Rui Barbosa, 124, Centro, São José dos Campos/SP – 12209-000

(12) 3941-4767 e 3204-8435

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Formas de doação / captação de recursos:

Depósito Bancário (Caixa Econômica Federal – Agência 0351 – Operação 013 – Conta 50179-5)

Motoboy

Cartões de débito e crédito

Boleto bancário

Funcionamento e aberto ao público para visitação:

Segunda a sexta-feira, das 8 às 17h

* Aberto ao público e aos parceiros e benfeitores para visitação

 

 


 

 

 

 

Seja um parceiro e benfeitor da “Nossa Casa de Acolhida”! 

Há uma felicidade sem igual, quando partilhamos tudo o que Deus nos dá!

 

Por Fernanda Albuquerque

Cada casa, uma célula que cresce e se multiplica; cada membro, um discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Missas

2ª feira: 7h (Celebração)
3ª feira: 7h e 19h30
4ª feira: 7h 
5ª feira: 7h,12h15 e 19h30
6ª feira: 7h,15h e 19h30
Sábado: 19h (Igreja) e
19h (CP4)
Domingo: 7h30,10h,12h,17h30 e
19h30

Programação válida de 04/12 a 10/12

Confissões

3ª feira: 17h30
4ª feira: 9h30
5ª feira: 9h30
6ª feira: 9h30
Sábado: 10h 

Chegar com 40 minutos de antecedência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(12) 3931-2959

Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011

 

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