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Mensagem do Dia - 15/07/2019

Jesus não tira a tempestade da nossa vida, mas acalma o nosso coração para lidarmos com ela. Precisamos ter uma fé robusta, que nos coloque de pé, de uma fé de confiança que nos dê paz e serenidade. Tenha uma semana para buscar a Cristo!

Vivendo a alma da célula (última parte) | 15 a 21/07/2019

Data: 15 a 21/07/2019
Tema:
Vivendo a alma da célula (última parte)
Salmo: 133

Leitura: At 4,32-37


Nesta última reflexão sobre a vivência da alma de nossa célula, vamos conversar sobre um tema desafiador: “Os cristãos tinham tudo em comum”. Antes, porém, é preciso deixar claro que não se trata aqui de impor a ninguém que siga a “ferro e fogo” o que os primeiros cristãos faziam (como vender seus bens e distribuir aos pobres, por exemplo). Este gesto precisa ser analisado criteriosamente dentro de um contexto de época. Esta atitude de fato era uma prática comum entre eles, conforme nossa leitura, por outro lado, naquele tempo, até mesmo os apóstolos já tiveram problemas neste sentido, tendo como exemplo o caso de Ananias e Safira que venderam um terreno e “ocultaram” parte do valor ao entregar à Igreja (At 5,1-11).

Se hoje é compreensivelmente difícil esta atitude “radical” de vendermos tudo e distribuirmos nossos bens, por outro lado conhecemos dentro mesmo de nosso sistema de células, atitudes emocionantes e belíssimos exemplos de colocar “em comum” seus bens ou ajudar de maneira significativa irmãos e irmãs em dificuldade. Em uma de nossas redes, uma família que possuía duas residências, cedeu uma delas à outra família de sua célula (sem cobrar aluguel), até que esta família se estabilizasse financeiramente. Esse é um dentre tantos outros exemplos que se encaixam perfeitamente em nossa reflexão de hoje: colocar as coisas em comum.

Podemos avançar muito na direção de colocarmos “em comum” o que possuímos se ampliarmos e atualizarmos este conceito, e não focarmos somente nos bens materiais que possuímos como dinheiro, imóveis e carros. Deus em sua infinita misericórdia nos presenteou com muitos dons e temos o dever de colocar-los em comum: inteligência, talentos ganhos ou adquiridos, habilidades diversas encontradas empedreiros, eletricistas, encanadores, vendedores, técnicos em informática, entre tantas outras experiências profissionais), educadores, coach, influencers sociais, empresários (haja vista que temos em nossas redes muitos comerciantes).

E como isto poderia ser realizado? De diversas maneiras e até por rede!

  1. Comum a todas as redes - workshop (oficina, reunião): onde todos os irmãos (as) se encontrariam, se apresentariam com seus negócios, profissões, serviços e colocariam “em comum” suas experiências, conhecimentos, seus produtos ou serviços. Estas oportunidades proporcionam momentos de convívio entre irmãos, de ajuda mútua, de cooperação profissional, indicação de trabalho e até mesmo de venda de seus serviços e produtos, pois podemos adquirir produtos de nossos irmãos e irmãs ao invés de os adquirirmos em outras fontes de vendas, respeitando sempre a liberdade de escolha.
  2. Próprio das redes mista, casais e mulheres - compras em conjunto de produtos comum a todos: sabe-se de experiências de famílias que se reúnem para realizarem compras em atacado e depois dividirem. Além de baixar o custo por família, isto proporciona uma aproximação entre os membros da célula ou da rede.
  3. Próprio das redes mista, casais e mulheres - Encontros em dias da semana durante o dia (para aquelas mulheres que não trabalham fora)- a escolha do melhor horário para estudo da Palavra de Deus, partilha sobre assuntos de interesse, confecção de produtos caseiros, cursos, palestras de interesses, caminhadas, treinos, tardes de oração, cafés da tarde com partilhas de vida, etc.
  4. Próprio das redes jovem, juvenil, kids e até mesmo a infantil:especialmente as redes jovem e juvenil concentram a maioria dos estudantes que são membros de células, a sugestão é que aqueles que notoriamente se destacam em suas escolas e faculdades coloquem “em comum” sua inteligência oferecendo reforço escolar aos demais membros destas redes e aos filhos dos pais das demais redes.

Citamos aqui apenas alguns exemplos do que se poderia fazer para correspondermos a uma das características das vidas dos primeiros cristãos, da alma das células: “os cristãos tinham tudo em comum”. Certamente o Espírito Santo inspirará a todos aqueles que se abrirem a esta dimensão (pouco trabalhada) das virtudes dos primeiros cristãos para mostrar outras tantas atividades que poderiam acontecer e aproximar mais ainda nossos membros de células, lembrando as palavras do apóstolo Paulo: “Sempre que pudermos, devemos fazer o bem a todos, especialmente aos que fazem parte da nossa família de fé” (Gl 6,10).

Perguntas

  1. Qual dom ou talento posso colocar em comum?
  2. O estudo de hoje me chamou atenção para eu caminhar de maneira mais prática na direção de meu irmão(ã)?


Avisos

  • Grande Célula com o padre Rogerio Felix e todas as redes celulares: segunda-feira, 22/07, às 19h30, na igreja.
  • Na próxima semana, devido à Grande Célula, não haverá estudo semanal.

 


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

“OS AMIGOS TÊM TUDO EM COMUM E A AMIZADE É A IGUALDADE” (Pitágoras)

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


Vivendo a alma da célula (segunda parte) | 08 a 14/07/2019

Data: 08 a 14/07/2019
Tema:
Vivendo a alma da célula (segunda parte)
Salmo: 113

Leitura: 1Tm 6,17-19; Gl 6,9-10


Desde a semana passada estamos partilhando sobre a “alma da célula”, que consiste em procurarmos viver entre nós a vida de como viviam nossos primeiros irmãos cristãos e que São Lucas retratou em At 2,42-47. Sugerimos que cada membro de célula procure ler individualmente um capítulo por dia do livro dos Atos dos Apóstolos (com o foco nesta ótica de comunidade), pois nele, principalmente, além das demais cartas de Paulo, é que iremos encontrar a experiência das primeiras comunidades cristãs, as primeiras células, as vitórias, dificuldades vividas na experiência da comunitária e assim vamos aprendendo com eles como viver hoje também em comunidade (claro que guardando as devidas proporções do tempo, costumes, etc.).

Vamos então refletir sobre duas das tantas virtudes da vida dos primeiros cristãos: 1) Viviam unidos 2) Tinham tudo em comum. Esta duas virtudes são um verdadeiro chamado a dar um passo na direção da vivência de fato da fé cristã e não ficarmos a vida toda somente “professando a fé”, crendo ou obedecendo a dimensão moral de nossa fé que evidente faz parte do conjunto de nossa vida cristã. Precisamos ter muito presente que nosso Senhor veio sim nos salvar, mas também nos apresentar uma “proposta de vida”, vida em comum, de amor entre os seus, amor que precisa se concretizar em atos práticos entre os membros de nossas células, que o apóstolo Paulo já com sua experiência de vida criando comunidades disse muito bem aos Gálatas: “Não nos cansemos de fazer o bem. Pois se não desanimarmos, chegará o tempo certo da colheita..., sempre que pudermos, devemos fazer o bem a todos, especialmente aos que fazem parte da nossa família na fé” (Gl 6,9-10).

  1. VIVIAM UNIDOS: Nosso Senhor tinha plena convicção da importância e do significado da união entre os seus e do alcance desta unidade no anúncio da sua Boa Nova, pois da maneira como a sua Igreja, a sua Eklesia se mostrasse ao mundo em unidade é que seria a confiabilidade de sua mensagem. O evangelista São João relata as palavras de Jesus quando Ele, em oração, trata deste tema com o Pai:
  2. Pediu que todos fossem um, da mesma forma que Ele e o Pai são um só (Jo 17,21)
  3. Pediu que eles fossem um só e todos unidos, estivessem nele e no Pai (Jo 17,21)
  4. Os seus discípulos vivendo em união era a condição que Jesus via para que o mundo acreditasse que Ele foi enviado pelo Pai (Jo 17,21)

O apóstolo Paulo já bem “calejado”, experiente, conhecedor das comunidades que acompanhava, alertou os Efésios neste sentido: “sejam sempre humildes, bem-educados e pacientes, suportando-vos uns aos outros com amor. Façam tudo para conservar, por meio da paz que une vocês, a união que o Espírito dá” (Ef 4,3).
Para que haja unidade, tão querida e pedida por nosso Senhor, cartão de visita do cristianismo, marca dos primeiros cristãos, requer de cada um algumas disposições:
A) Oração: foi em oração que Jesus pediu ao Pai a unidade, sem oração é difícil viver em unidade;
B) Amor: quando se ama, se perdoa se serve ao invés de querer ser servido;
C) Obediência: a obediência é a salvaguarda da unidade, mesmo que eu pense que tenha razão, em nome da unidade, se obedece. “O bem da comunidade” é o bem sempre maior do que o “meu” próprio bem;
D) Renúncia a si mesmo, vaidade, egocentrismo: Você já deve ter visto leigos que já desobedeceram a seu padre, padres que já desobedeceram a seu bispo, bispos e até cardeais que já confrontaram o papa. As vaidades, o egocentrismo, na maioria das vezes estão por trás de uma desobediência que podem levar a quebra da unidade ou a dificultar.

De tantas comparações que poderíamos citar sobre unidade, a de um corpo com certeza é a que mais nos faz entender, por isto São Paulo recorre ao seu uso em suas cartas.  Sua célula, nossas redes devem caminhar nesta direção para corresponderem ao sentido de viverem unidos: “se uma parte do corpo sofre, todas as outras sofrem com ela. Se uma é elogiada, todas as outras se alegram com ela. Pois bem, vocês são o corpo de Cristo, e cada um é parte deste corpo” (1Cor 12,26-27).

(continua...)

Perguntas
1) Como é a unidade querida por Jesus?
2) O que é preciso para acontecer a unidade em minha célula, em minha área, minha rede e em nosso sistema paroquial de células?


AVISOS

Grande Célula com o padre Rogerio Felix e todas as redes celulares: segunda-feira, 22/07, às 19h30, na igreja


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso bispo Dom Cesar.

 

“NAS COISAS ESSENCIAIS A UNIDADE, NAS COISAS NÃO ESSENCIAIS A LIBERDADE, EM TUDO A CARIDADE”
(Santo Agostinho)

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


O sentido do envio dois a dois | 24 a 30/06/2019

Data: 24 a 30/06/2019
Tema:
O sentido do envio dois a dois
Salmo: 133,1-3

Leitura: Lc 10,1-12


Com a força de Pentecostes, a Igreja que ali foi fundada expandiu-se por toda aquela região e chegou até nós, os gentios, ou seja, os estrangeiros. A Salvação de Jesus e a sua proposta de vida é para o mundo inteiro. Jesus, é, especialmente e principalmente, o nosso Senhor e Salvador. O filho de Deus foi e continua sendo o maior líder que a humanidade já conheceu. E como tal, aliado à sua atividade salvífica, teve inúmeras iniciativas próprias de um líder que conhece os seus mais próximos e providencia “ferramentas” adequadas para que seus liderados trabalhem com eficiência e produzam frutos.

Uma destas tantas iniciativas sábias tomadas por Jesus foi a de enviar os seus para a missão “dois a dois”, em dupla, juntos. E porque Jesus fez isso? Uma das mais belas passagens dos evangelhos nos revela a importância deste envio dois a dois: o caminho de Emaús (Lc 24,1349). Neste episódio dois dos discípulos exercitavam uma atividade relacional, o sentimento da mais alta importância para o crescimento, amadurecimento e continuidade de um bom relacionamento, de uma comunidade, de uma célula: a “amizade”, “partilha”.

Partilha: a vida cristã, base de toda amizade gerada no ambiente celular, é o assunto principal de nosso encontro semanal. Neste curto espaço de tempo, partilhamos algum tema de toda a nossa rica espiritualidade cristã, mas a vida celular obviamente não se reduz a este espaço semanal do encontro da célula. A partilha se desdobra para além do espaço reservado ao encontro semanal da célula e não se limita ao assunto do roteiro. Nos encontramos na casa do irmão (a), saímos juntos, viajamos, almoçamos, tomamos café na casa de um ou outro. Ali acontece a partilha de nossas vidas, conversas amigas sobre a nossa família, nossa vida espiritual (se está forte, fraca ou estagnada), dificuldades financeiras ou até mesmo aprofundar um tema de célula que não tenha ficado claro ou que tenha causado interesse em ser aprofundado. E nesta partilha o “relacionamento” entre os membros de aprofunda, amadurece e se fortalece.

Em uma partilha acontecem duas coisas inevitavelmente: ajudamos ou somos ajudados. Assim acontece a Palavra de Deus em nosso meio: “ajudai-vos uns aos outros” (Gl 6,2). A “naturalidade” da vida cristã acontece quando abrimos nosso coração. No transcorrer de nosso convívio tenhamos certeza de que, tal qual o Senhor se colocou no meio dos discípulos de Emaús, Ele também está no meio de nossa partilha: “o que vocês estão conversando”? (Lc 24,17).

Amizade: o grau de importância da amizade era tão elevado para Jesus que passou a chamar os seus mais próximos de amigos e não mais de servos (Jo 15,15). E porque Ele os chamava de amigos? Porque aos amigos ele confiou “tudo” o que ouvia do Pai. Isso se chama “confiança”, elemento chave para se manter uma amizade sólida. Quando somos chamados de servos já nos sentimos um pouco contentes, porque estamos servindo ao Senhor, é verdade. Mas sermos chamados amigos do Senhor deve ser motivo de honra e você pode, claro e evidente, também ser amigo (a) do Senhor (se já não for) partilhando com Ele em sua oração diária toda sua vida.

Você deve se sentir honrado e feliz por cultivar este tesouro chamado amizade, ter amigos e amigas e certamente você tem seu amigo (a) ou amigos (as) em que você “confia” as coisas da sua vida, com quem você tem liberdade e segurança de se abrir. Não somente para falar de problemas, mas falar e ouvir sobre planos, projetos de vida, sobre sua célula, vitórias (grandes e pequenas), alegrias e tristezas, ou simplesmente “estarem juntos”, “curtirem”, aproveitar bons momentos que uma boa amizade proporciona. O grande filósofo Aristóteles disse: “a amizade ocupa um lugar fundamental em nossas vidas. Ela é tão importante como a necessidade do ser humano de se alimentar e descansar, por exemplo”.

Jesus enviou os seus dois a dois, pois sabia da necessidade do ser humano de se relacionar, de se ajudar, de se comunicar, de falar de si, de ajudar e ser ajudado, de se ombrear na hora do cansaço, da tristeza, e também partilhar suas alegrias, conquistas, de valorizar o amigo e ser valorizado, de corrigir e ser corrigido.

Perguntas
1) Como tenho sido amigo de Jesus?
2) Tenho amigos (as) sinceros (as)?


AVISOS

Encontro das lideranças de células com o padre Rogerio Felix, dirigido a líderes, auxiliares e supervisores de célula de todas as redes: sábado, 06/07, 14h30 às 18h, no auditório do Espaço Vida

Grande Célula com o padre Rogerio Felix e todas as redes celulares: segunda-feira, 22/07, às 19h30, na igreja


5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  • Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  • Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  • Orar por todas as pastorais e movimentos;
  • Pelos encontros de formação de líderes;
  • Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  • Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  • Por todo trabalho de células;
  • orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  • Orar pelos aniversariantes do mês;
  • Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  • Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

“O AMIGO AMA EM TODOS OS MOMENTOS; É UM IRMÃO NA ADVERSIDADE” (Pr 17,17)

“É MELHOR TER COMPANHIA DO QUE ESTAR SOZINHO, PORQUE MAIOR É A RECOMPENSA
DO TRABALHO DE DUAS PESSOAS. SE UM CAIR, O AMIGO PODE AJUDA-LO A LEVANTAR-SE” (Ecle 4,9-10)

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


Vivendo a alma da célula (primeira parte) | 01 a 07/07/2019

Data: 10 a 16/06/2019
Tema:
Vivendo a alma da célula (primeira parte)
Salmo: 133

Leitura: At 2,42-47


Certamente você já deve ter lido ou ouvido pregações empolgantes a respeito deste claro e forte testemunho de como viviam os primeiros cristãos que se reuniam nas casas, assim como você e sua célula se reúnem hoje. Também já foram escritos alguns roteiros a respeito. Hoje abordaremos de maneira um pouco mais restrita um dos aspectos da vida dos primeiros cristãos. São Lucas cita como grandes valores, qualidades, virtudes, características da vida dos irmãos: fidelidade a doutrina dos apóstolos, nas reuniões de células nas casas, na participação eucarística, na oração. Eles viviam unidos e tinham tudo em comum.

Todo este conjunto de atitudes vividas por eles, ou melhor, este “estilo de vida”, transmitia aos de fora duas coisas muito importantes: 1) Simpatia 2) Atraia mais membros para as suas células. Os primeiros cristãos eram “simpáticos” (tratavam bem as pessoas, com educação, conquistavam com seu sorriso sincero e amigo, não faziam diferenciação de pessoas, eram pessoas agradáveis, amáveis) e com este “jeito de ser” atraíam mais pessoas para as suas células (V-47).

Se você olhar com mais atenção para estas características de nossos primeiros irmãos e irmãs e para nossa realidade de células hoje não verá dificuldade na aceitação de algumas características como, por exemplo, ser fiel na “doutrina dos apóstolos”. A doutrina a respeito de nossa Salvação é perfeita, ela é sobrenatural, quer dizer, revelada por Deus. Quem rejeitaria a Palavra de Deus? E a nossa Igreja então? De origem apostólica, ela tem a assistência do Espírito Santo e a promessa de que as portas do inferno não prevalecerão sobre ela (Mt 16,18). Também não terá problemas em aceitar as reuniões nas casas, nos sentimos bem em nossa célula. Muito menos ainda com a Eucaristia (fração do pão), é Cristo presente, alimento que sustenta e mantém em comunhão com o próprio Cristo, com a Igreja e com a comunidade onde pertencemos. Também eles eram fiéis na oração pessoal, comunitária, intercessória, pois a oração é o seu diálogo com o Senhor.

Você não verá problemas nas virtudes dos primeiros cristãos citadas acima, pois são virtudes que te fortalecem, te dão segurança espiritual, em outras palavras, elas te “fazem bem”, por isto é que você gosta muito de uma boa pregação, de uma noite de louvores ao Senhor. Quando tudo termina você volta para casa “leve” e nas próximas, volta novamente porque quer sempre se sentir bem, livre das preocupações, problemas, dificuldades. Não! Não há nada de errado sobre querer viver bem espiritualmente, você foi feito para viver bem e muito bem mesmo em Cristo Jesus, se alimentar com Sua doutrina, a Eucaristia, a se libertar em meio aos louvores ao Seu nome.

Mas após alguns anos neste “circuito” (templo e células nas casas e atividades das células) não estaria na hora de “mudarmos a marcha” de nossa caminhada? Não estaria na hora de darmos um passo a mais na direção da comunidade (célula) ideal? Para sermos mais diretos ainda: não estaria na hora de darmos aquele passo de coragem na direção da experiência da vivência de algumas virtudes (viviam unidos e tinham as coisas em comum)? Estas características vividas tiveram como consequência um estilo de vida sonhado e almejado por muitas religiões e sistemas políticos. O amor vivido entre os primeiros cristãos os mantinha unidos. Este amor e união os levava naturalmente a dividir seus bens (com aqueles da comunidade) menos favorecidos, daí a afirmação de Lucas: “entre eles não havia nenhum necessitado” (At 4,34). Jesus mesmo nos dá uma dica quando faz o milagre da multiplicação dos pães: “dai-lhes vós mesmos de comer” (Lc 9,13).

A sua, a nossa fé, precisa ser “encarnada”, virar atitude prática: “nisto conhecereis que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,35).

Mas tenha calma: ninguém está te pedindo para vender seu carro, sua casa e sair por aí distribuindo aos mais pobres... (continua na próxima semana)

Perguntas
1) Como viviam os primeiros cristãos?
2) Como os primeiros cristãos atraiam as pessoas?



5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

“DE QUE ADIANTA SABER DIVIDIR UM CORDEIRO EM PARTES, SE NÃO SEI DIVIDIR COM MEU IRMÃO?”
(Sêneca)

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


Dons e frutos do Espírito Santo (última parte) | 17 a 23/06/2019

Data: 10 a 16/06/2019
Tema:
Dons e frutos do Espírito Santo (última parte)
Salmo: 92,11-16

Leitura: Rm 12,3-8; Gl 5,22-26


Em nossa última célula partilhamos a respeito dos dons espirituais que o Espírito Santo distribui fartamente a todos. Os dons narrados pelo apóstolo Paulo em Coríntios são “extraordinários”, ou seja, dons “extras”, a mais daqueles que recebemos por ocasião do batismo e confirmados na crisma. E estes dons podem parecer “espetaculares”, chamam a atenção dos curiosos, como as curas, falar em línguas, profetizar...

Na carta aos Romanos, o mesmo apóstolo mostra outra categoria de dons que podemos chamar de “dons de serviço à comunidade”, ao corpo de Cristo; como o ato de distribuir ajudas, de animar, de ensinar, de corrigir, de servir, de coordenar... E emenda com recomendações que dizem respeito à comunidade como alegrar-se com os seus irmãos, cuidar dos que precisam, não pagar o mal com o mal, procurar viver em paz com todos. Paulo procura canalizar estes dons recebidos graças à vida nova em Cristo para a construção do Reino de Deus, direciona os dons para a vida de comunidade.

Antes mesmo de relatar os dons, o apóstolo nos adverte que somos “membros” uns dos outros, assim como um corpo. Pertencemos uns aos outros, precisamos uns dos outros. Ninguém é maior do que o outro. Só porque você é coordenador e eu sou aquele que limpa o banheiro. Aquele que canta e é visto por todos também não é maior e nem deve achar que é mais importante e melhor do que aquele que chega mais cedo para arrumar as cadeiras. Assim como o pé não é maior do que a orelha: todos pertencemos ao corpo de Cristo; “Todos estamos unidos uns com os outros como partes diferentes de um mesmo corpo” (Rm 12,5).

Se a ação do Espírito Santo em nossas vidas, através de seus dons nos capacita para o seu serviço à comunidade e para o nosso crescimento espiritual, ela também produz frutos, que assim como os dons podem ser classificados para um melhor entendimento de sua ação em sua vida.

1) Frutos para o nosso bem-estar interior - paz, alegria, autodomínio (temperança), mansidão: muitos buscam a tal da “paz interior” que somente Ele pode nos dar. “Deixo com vocês a minha paz. É a minha paz que eu lhes dou. Não fiquem aflitos, nem tenham medo” (Jo 14,27); “Que a esperança que vocês tem, os mantenham alegres” (Rm 12,12); “Venham a mim todos vós que estais cansados e eu os aliviarei..., porque eu sou manso e humilde de coração” (Mt 11,28); “Pois o Espírito que Deus nos deu não nos torna medrosos; pelo contrário, o Espírito nos enche de poder e de amor e nos torna prudentes” (2Tm 1, 7).

2) Frutos para o nosso relacionamento com o outro - bondade, paciência (longanimidade), delicadeza (benignidade, afabilidade): estas manifestações do Espírito em nós são verdadeiros “cartões de visita” de sermos cristãos, pois demonstram que de fato somos diferentes, que somos cristãos. Ser bom é evangelizador: “Brilhe vossa luz diante dos homens, afim de que vejam suas boas obras e glorifiquem a Deus que está nos céus” (Mt 5,16).

3) Frutos de minha proximidade e relacionamento com Deus - amor e fidelidade: como vimos em nossa última célula devemos buscar o dom maior, o dom do amor, mas não o amor humano e sim o Seu amor, amor doação: “De tal forma Deus amou o mundo, que nos deu seu filho único” (Jo 3,16). Que se desdobra no amor ao nosso próximo: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei” (Jo 15,12). A fidelidade (que também pode ser chamada de lealdade, integridade, sinceridade, confiabilidade) é tão difícil de ser mantida, mas o Senhor nos pede: “Muito bem! Servo bom e fiel! Foste fiel no pouco, por isto te confiarei muito, vem festejar comigo” (Mt25,23)

Dom é dado, e sobre os dons comentado hoje, cada membro de célula deve se observar e perceber se em você não existe um “dom inativo”, parado, juntando teias de aranhas, não sendo exercitado ou pior, sendo negligenciado, abafado, escondido. Isto é fácil de descobrir: quando o líder de célula ou a coordenação da rede faz um apelo para um trabalho, para ser líder de célula, como você responde?

O fruto deve ser cultivado através de uma constante amizade entre você e a pessoa do Espírito Santo. Reservar tempo para Ele na oração e permitir que Ele trabalhe em você, te “podando” para que se produza frutos em você, na comunidade, e entre você e Deus.

Perguntas
1) Para quais os dons de serviço me sinto chamado?
2) Que fruto do Espírito sinto que se manifesta e preciso em minha vida?


5º Passo= Entrega (Oração) | 10 minutos

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Rogerio Felix, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

A RESPOSTA DELICADA ACALMA O FUROR, MAS A PALAVRA DURA AUMENTA A RAIVA.
AS PALAVRAS DO SÁBIO TORNAM O CONHECIMENTO ATRAENTE, MAS O TOLO SÓ DIZ BOBAGENS...,
AS PALAVRAS BONDOSAS NOS DÃO VIDA NOVA, PORÉM AS PALAVRAS CRUÉIS DESANIMAM A GENTE
(Pv 15,1-4)

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMÍLIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.


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Missas

2ª feira | 7h (Celebração)
3ª feira
| 7h | 19h30
4ª feira | 7h | 19h30 (Comunidade
NS Perpétuo Socorro - antigo
Setor 09) - R. Maria Asdente
Rosin, 71.
5ª feira | 7h | 12h15 | 19h30
6ª feira | 7h | 15h
Sábado | 17h (Salão da Comunidade
N.S. Aparecida - antigo CP4) | 19h (Igreja)
Domingo | 7h | 9h30 | 12h | 17h | 19h30

Confissões
* Devido ao retiro dos padres
da Diocese, de terça a sexta-
feira não haverá confissões
na PES.

Sábado | 10h


Programação de 15 a 21/07/2019

(12) 3931-2959

Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011

SEJA BEM VINDO.


Este é o novo site da Paróquia Espirito Santo.
Gostaríamos de mostrar para você algumas das funcionalidades novas que preparamos.



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