ENSINA-NOS SENHOR, A DEDICAR TEMPO
SILÊNCIO E ATENÇÃO À ESCUTA DA VOSSA PALAVRA

Pactos da Célula – A Assiduidade - 01 - 08 a 14/02/2016

1º passo = Encontro | 10 minutos

Acolhida           Cafezinho (se houver). Também pode ser oferecido no final da reunião.
Quebra-gelo     Escolha um quebra-gelo adequado em seu livro.

2º passo = Exaltação | 15 minutos
(As músicas devem corresponder ao louvor e à adoração)
Louvor                À escolha
Adoração            À escolha
Salmo                 146 (147)

3º passo = Edificação (Ensino) | 40 minutos
Tema                    Pactos da Célula – A Assiduidade - 01
Leitura                 Hb 10,24-25

Introdução:
O contexto da Carta aos Hebreus que trata do pacto da assiduidade é muito interessante. A Bíblia de Jerusalém intitula essa seção como “a fé perseverante”. Nela, Deus diz que pelo sangue de Jesus foi aberto um novo caminho no santuário que é a Sua santa presença (cf. Hb 10, 19), caminho inaugurado quando o véu do templo foi rasgado (cf. Mt 27, 50s). É maravilhoso saber que temos liberdade para nos encontrar com o Senhor, entrando no “lugar” onde Cristo ministra em favor de nós (cf. Hb 10, 22).
                De fato, a reunião dos cristãos não se trata de um mero encontro de pessoas em torno de um ideal, como o é, por exemplo, uma plateia de teatro ou uma arquibancada de futebol. A nossa reunião é chamada na Bíblia de EKKLESIA (Igreja) e, segundo o Catecismo, se compara “a assembleia do Sinai, onde Israel recebeu a Lei e foi constituído por Deus como seu povo santo” (CIC- 751). E continua: “Ao denominar-se ‘Igreja’, a primeira comunidade... se reconhece HERDEIRA DESSA ASSEMBLEIA...” (idem).    Com isto verificamos que a questão da assiduidade não é importante apenas por causa do nosso compromisso primário com as pessoas com quem estamos relacionados (na célula e na comunidade), mas, sobretudo por causa da aliança com quem nos chamou.
                Quando eu reconheço o mistério que cerca a Igreja de Cristo, da qual faço parte como membro valioso adquirido ao preço da morte de um Deus, passo a considerar as outras coisas na minha vida de uma maneira diferente. Quer dizer, passo a entender que acima de todas as coisas devo amar a Deus e buscar as coisas do Seu Reino em primeiríssimo lugar (cf. Mt 6, 33).
                Sendo assim, ordeno meu tempo, afazeres, trabalhos, estudos e lazer para a maior glória de Deus. E isto não significa que abro mão de coisas sagradas, como a família, por exemplo, por uma mais sagrada (a Igreja). Não se trata disso, até porque o valor da família é o mesmo que o da Igreja, pois são duas instituições divinas na terra, que não podem concorrer (cf. I Tm 5, 8).
                A questão não é colocar os interesses da Igreja à frente dos nossos, mas o interesse de Deus. E a pessoa que faz isso não tem medo de planejar sua vida considerando seus compromissos espirituais, não porque tenha uma obrigação, que se não for cumprida acarretará punições, mas porque tem o prazer de estar na presença de Deus e companhia dos irmãos (cf. Sl 122, 1; At 2, 46).
                Olhando assim para a comunidade fica fácil assimilar o valor de firmarmos um pacto de assiduidade, que outra coisa não é senão dedicação ao estilo de vida adotado. Assiduidade ou perseverança é uma virtude e não questão de compromissos, e tem a ver com a constância bíblica que garante a salvação (cf. Ap 13, 10), porque aqui segue a mesma regra: fiel nas pequenas coisas, fiel nas grandes, isto é, a assiduidade nas reuniões de célula, assembleias de oração e encontros deve servir de treinamento para a assiduidade mais dramática referente à apostasia, ao martírio, à perseguição etc.
                Aspecto importante da assiduidade é a pontualidade, pois tudo começa aí... nas pequenas coisas, como os horários, vamos demonstrando o valor que tudo tem (ou não tem).     Se faltar a uma reunião ou a uma assembleia dominical não causa nada dentro de mim, certamente há algo errado acontecendo..., mas a pessoa que está alicerçada sobre a comunhão, ao perceber o imprevisto que o afastará do compromisso, prontamente toma a iniciativa de justificar, comunicando-se com as pessoas certas e na hora certa. Tal atitude demonstra interesse, enquanto que o contrário disso é indiferença.

Perguntas:
1) Tenho sido assíduo às reuniões da célula?
2) O que me ajuda e o que me impede à assiduidade?

Declaração:
“Eu reconheço a importância da reunião com os irmãos na célula e com toda a Igreja. Considero que sou edificado quando estou com meus irmãos. Não entristecerei o Espírito, nem impedirei o Seu trabalho na vida dos meus irmãos pela minha ausência, exceto em caso de emergência. Somente com a permissão dele, em oração, vou considerar a possibilidade da ausência. Se estiver impossibilitado de comparecer por qualquer razão, por consideração, vou telefonar para o meu líder para que todos os membros do grupo saibam por que estou ausente, para que possam orar por mim e não tenham preocupações comigo”.

4º passo = Evangelização | 15 minutos
Avisos
1) Escola Celular de Formação Permanente (semanal) para nosso sistema celular: informações com os coordenadores de rede ou na Secretaria de Células.
2) Congresso Católicos em Células: 15 a 17 de abril, na Paróquia Espirito Santo. Informações e inscrições: www.catolicosemcelulas.com.br/congresso#programação
3) Edificar - Empresas com Visão: palestrantes Alfredo Rocha e Prof. Felipe Aquino. Informações no site www.paroquiaespiritosanto.com.br (Edificar) ou na Secretaria Paroquial.

5º passo = Entrega (oração) | 10 minutos
Orar
... uns pelos outros (após breve partilha).
... pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores.
... pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia.
... pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários.
... por todo trabalho de células.
... pelos aniversariantes do mês.

Natal do Senhor - 07/12 a 13/12/2015

1º passo = Encontro | 10 minutos

Acolhida           Cafezinho (se houver). Também pode ser oferecido no final da reunião.
Quebra-gelo     Escolha um quebra-gelo adequado em seu livro.

2º passo = Exaltação | 15 minutos
(As músicas devem corresponder ao louvor e à adoração)
Louvor                À escolha
Adoração            À escolha
Salmo                 Lc 1, 46-55

3º passo = Edificação (Ensino) | 40 minutos
Tema                    Natal do Senhor
Leitura                 Jo 1, 1-18

Introdução:
Estamos nos aproximando de uma das festas mais belas de nossa liturgia: o Natal. Infelizmente nosso “mundo” profundamente marcado pelo materialismo consumista fez do aniversário de nosso Salvador um verdadeiro comércio e de representações que não tem absolutamente nada a ver com o verdadeiro significado do Natal, como papai noel, trenós, renas, entre outras invenções atrativas para o comércio. Em que pese o aspecto de alegria, confraternização familiar, o Natal é muito mais do que presentes e festas.

Desenvolvimento:
1) O que é o Natal? “É a encarnação de Deus”! Celebramos o mistério central de nossa fé: “O Verbo de se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14). O que os homens até então vinham procurando como que às apalpadelas, no dizer do Apostolo Paulo aos atenienses, narrado nos Atos dos Apóstolos (Cf At 17,27), ou seja, tateando como que nas escuras, sem saber exatamente o caminho certo. Em Jesus tudo se esclarece, o que era invisível torna-se visível na pessoa de Jesus. Ele queé de condição Divina (é Deus) subtraiu-se desta condição, aniquilou-se a si mesmo assumindo a condição de servo tornando-se assim igual aos seres humanos (exceto no pecado). E vivendo uma vida comum de um ser humano ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte e morte de cruz (Fl 2, 6-7).

2) Em Jesus, Deus se revela em plenitude, se deixa conhecer: O autor da carta aos Hebreus nos revela como Jesus retrata Deus invisível, primeiramente nos diz que Deus já falou de diversas maneiras no passado, mas agora fala pessoal e especialmente através de seu filho Jesus (Hb1,1-3):
- Por Ele foram criadas todas as coisas
- Ele é o esplendor (brilho) da glória de Deus
- Imagem do ser (existência, essência) de Deus
- Sustenta o universo com o poder de sua palavra
Por este texto vemos claramente que Jesus é o centro do universo, que de fato nele está o caminho, a verdade e a vida (Jo 14, 6), palavras que ele mesmo assumiu para si.  Ao vermos e o conhecermos, através de suas palavras e gestos narrados na Sagrada Escritura, podemos também ver a Deus, Criador.

3) A grandiosidade da Divindade de Cristo na simplicidade da manjedoura: por vezes nos perguntamos “O que faz com que tantas pessoas até nossos dias se sintam atraídas por Jesus?”. Não será Ele, sendo Deus, ter vindo, se tornado um de nós, vivido de maneira simples, se sujeitado as rejeições de seu próprio povo, ter se entregado até a morte por amor? Diante de tantas propostas passageiras que o mundo faz, Jesus nos traz valores que estão acima de qualquer valor material. O coração do homem (como disse Santo Agostinho em “fomos feitos para ti Senhor e inquieto está nosso coração enquanto não repousa em ti”) está em busca destes valores.  

4) Nasceu o menino Jesus: O Natal nos “recorda” um fato histórico, acontecido há mais de dois mil anos atrás em Belém. Isto nos atesta a Bíblia, documentos históricos, bem como a própria história civil geral. Mas hoje Jesus já não é mais o Jesus menino indefeso representado na manjedoura. Ele é Senhor da vida e da morte, ressuscitado, vivo para nunca mais morrer.

5) Maria, a Mãe do nosso Salvador: a fantástica e ao mesmo tempo simples mulher que teve a coragem de ainda jovem dizer um “sim” que mudaria toda a história da humanidade. Dela podemos aprender entre tantas lições, pelo menos duas:
A) Ela foi “a” escolhida por Deus, “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo” (Lc 1, 28), portanto não é uma mulher como todas as demais, é especial, por isso ocupa também um lugar muito especial no plano de salvação de Deus, na Igreja e deve também ocupar lugar especial em nossos corações.
B) Teve a coragem de responder sim a Deus, mesmo não entendendo direito o que estava se passando: “...Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar o que significaria esta saudação” (Lc 1,29). Confiou em Deus e levou este sim até as últimas consequências: “...junto à cruz estavam de pé, sua mãe...” (Jo 19,25) 

Conclusão:
O espirito natalino alegre, festivo, celebrado em família, com amigos e parentes, deve estar presente em nossos lares pela Salvação que nos veio por Cristo Jesus. O “menino” Jesus deve representar para nós uma doce e cândida lembrança, mas nunca nos tirar o sentido de que é Deus que se encarna para nos salvar.

Perguntas:
1) O que é Natal para mim?
2)  Como deveria ser o Natal em nossos dias?

4º passo = Evangelização | 15 minutos
Avisos
1) Missa de Encerramento do Ano Celular: segunda-feira, 14/12, às 19h30. Comparecer com a camiseta de sua rede.
2) Dia 14 de dezembro é aniversário de ordenação sacerdotal do padre Luis Fernando. Parabéns, padre! Obrigado por aceitar essa missão de servir a Deus, à Igreja e estar em nosso meio.

5º passo = Entrega (oração) | 10 minutos
Orar
... uns pelos outros (após breve partilha).
... pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores.
... pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia.
... pelos vigários, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários.
... por todo trabalho de células.

Queridos(as) coordenadores (as), supervisores (as), formadores, líderes e membros de nossas células.
Aproximando-se deste final de ano, agradeço a cada um pela participação e trabalho que tiveram pelas nossas células durante todo este ano de 2015 e desejo a você, sua família e a sua célula um Feliz Natal!
Que Deus abençoe fartamente seus projetos pessoais, te cubra de sucesso e realizações e que 2016 seja muito mais abençoado que este ano em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo.
Padre Luis Fernando

A felicidade do perdão - 30/11 a 06/12/2015

Pecado. Uma palavra bastante incômoda, que parece não fazer mais parte do vocabulário de pessoas modernas, livres de sentimento de culpa e preconceitos. É verdade que os tempos mudaram, mas os preceitos do Senhor continuam os mesmos. Deus nos ama e por isso, coloca regras e limites para nós, como um sinal de trânsito vermelho, que indica “pare”! Quando não obedecemos ao sinal, provocamos acidentes que podem machucar ou serem fatais para nós e para os outros. Deus ao nos dar suas orientações age como pai, que quer o nosso bem e por vezes, proíbe para que tudo venha a correr bem para nós. Só aceita o pecado como desobediência a Deus aquele (a) que se vê, amado (a) por Ele e confia plenamente Nele. Para aquele (a) que pecou, Deus age com misericórdia e perdoa. O perdão de Deus é maravilhoso, pois nos coloca novamente no caminho da felicidade.

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Vem Senhor Jesus - 23/11 a 29/11/2015

Data: 23-11 A 29-11-2015

Tema:Vem Senhor Jesus
Salmo: 132 (NTLH) (O salmo deve ser feito como oração e não como estudo da célula)
Leitura: Mateus 24, 37-44


Introdução: Estamos iniciando um tempo na Igreja, chamado Advento. Esta palavra é usada em muitos sentidos. Para os pagãos, indicava a “vinda” do seu deus: em determinado dia do ano, expunham ao culto a sua estátua, com a convicção de que se faria presente entre os seus fiéis, disposto a distribuir bênçãos e conceder benefícios. A palavra “Advento” pode também significar a “visita” de um rei a uma cidade ou o dia da coroação do soberano. Os cristãos retomaram todas estas ideias e as aplicaram à “vinda” do seu Deus que se manifestou no mundo em Cristo. Reservaram, porém, a palavra “advento” ao período de preparação para esta “visita”. A esta altura, alguém poderia, com razão, perguntar: “mas Jesus já não veio? Por que então se preparar como se Ele tivesse que vir outra vez?”. O Natal não é somente uma festa de fim de ano e o Advento um tempo de prepará-la, comprando alimentos, bebidas, convidando amigos, cantando e dançando? Não! O Advento não é isso. Os pagãos é que se preparavam assim para o seu “Advento”. Os cristãos também festejam, alegram-se, dançam no dia de Natal, mas não é esse o aspecto principal.

A Palavra de Deus que nos acompanha hoje, e nos acompanhará nos próximos domingos, ensina-nos que Jesus não veio somente uma vez. Ele continua vindo e, um dia, virá definitivamente. Vem e está presente nos acontecimentos felizes ou tristes da nossa vida; vem e está presente em tudo o que acontece no mundo e na Igreja; vem e está presente quando evangelizamos e estamos reunidos em nossas células.

Jesus vem, continua vindo e um dia virá de maneira gloriosa e visível a todos os olhos, mas nós estamos preparados para reconhecê-lo hoje? Sabemos identificar sua presença em todos os acontecimentos da vida? Não temos, frequentemente, medo de recebê-lo, pois sua mensagem exige uma transformação por demais radical da nossa vida e de nossos hábitos? Não preferimos, muitas vezes, fechar os olhos e ouvidos? É tão necessário que Jesus venha! Onde? Eis alguns exemplos:

Alguém fica bêbado e começa falar bobagens, ofende, torna-se violento com amigos, em seguida, volta para casa, bate na mulher e nos filhos... Bem, pensem se Jesus chegou ao coração deste homem. Ou então, num jovem, que não estuda, repete dois ou três anos seguidos, é malandro, não quer saber de nada, vive pensando em como “ficar” com uma menina, no outro dia abusando dela... Neste jovem, estará Jesus presente ou será necessário fazer alguma coisa para preparar sua vinda? E numa comunidade cristã cujos membros são invejosos, estão desunidos, falam mal uns dos outros, não se auxiliam, ninguém quer assumir compromisso, pois dá trabalho servir a Deus e ao próximo... Chegou Jesus? E num mundo onde as pessoas se matam, onde há guerras, violências, ódios, raiva, vinganças... Chegou Jesus? Não, não chegou!

Acontece conosco, porém, algo estranho, quando nos damos conta que o Senhor se aproxima, trememos de medo. Não somente a segunda vinda do Senhor, que não sabemos quando será, ou a que chega no fim da vida com a morte, mas todas as vindas do Senhor nos assustam. Elas colocam às claras as nossas incoerências, as nossas desculpas, as nossas falsidades, fazem desabar, como castelos de areia, todas as justificativas que temos bolado para proteger nossas fraquezas, nossas misérias, nossas escolhas incoerentes e mesquinhas.

Quando o Senhor chega, penetra com Sua Palavra no coração do ser humano como “espada de dois gumes” (Hebreus 4,12-13), altera nossos planos, revela o que está no nosso coração e questiona o que em nós não nos leva à felicidade. Por isso, assusta-nos.   

Conclusão: As leituras do Advento nos convidam à vigilância, a conservar os olhos bem abertos para descobrirmos e prepararmos os caminhos que Jesus escolheu para vir, libertar-nos de todos os males, nos quais buscamos a felicidade. Em verdade, neles encontramos muita dor, muita tristeza, muitas infelicidades.

Perguntas

  1. Você gostaria que Jesus viesse à sua vida?
  2. Você está preparado para recebê-lo?



5º passo = Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Orar pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  5. Orar pelos vigários, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  6. Por todo trabalho de células;
  7. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  8. Orar pelos aniversariantes do mês;
  9. Pai Nosso, Ave Maria, Glória.

 

O Olhar de Cristo - 16-11 A 22-11-2015

Data: 15-11 A 21-11-2015

Tema:O Olhar de Cristo
Salmo: 67 (NTLH) (O salmo deve ser feito como oração e não como estudo da célula)
Leitura: Lucas 19, 1-10


Introdução: No nosso texto há muitos acenos “à vista”. Encontramos inicialmente um homem que procura “ver” Jesus (versículo 2). Contrariando o que normalmente acontece nos Evangelhos, neste caso o seu nome é citado. Chama-se Zaqueu, que por uma estranha ironia do destino, significa “puro”. Os publicanos são considerados por todos – e existem motivos para isso – como ladrões. Zaqueu não é um simples publicano, mas é “chefe dos publicanos”, um gerente de ladrões! Que puro que nada! É um líder “de impuros”!
Além do nome, Lucas observa outro detalhe curioso: o homem é de baixa estatura (versículo 3). Não se trata de uma informação sem importância sobre o aspecto físico de Zaqueu (devia ser “uma miniatura de homem”!), a intenção do evangelista é a de mostrar que, aos olhos de todos, Zaqueu é muito pequeno, insignificante, quase imperceptível. É um pequeno ponto perdido na sociedade que se considera sem mancha. É um excluído. Contudo, quem sabe o porquê (talvez por simples curiosidade), ele quer ver Jesus e “para poder vê-lo sobe num sicômoro” (versículo 3). É sintomático o fato que esse homem, que teve tudo na vida, ainda esteja insatisfeito.            

Mensagem: Os olhos dos homens, os olhos de Deus.
Por que a multidão e os discípulos estavam tão preocupados em impedir o encontro com Jesus? Talvez porque em Zaqueu só conseguem ver cobrador de impostos, o pecador, o aproveitador, nada mais. Não reconhecem nele nada de bom, nada de positivo. Mas observemos como são, ao invés, límpidos e puros os olhos de Jesus. “Chegando Jesus àquele lugar e levantando os olhos, viu-os e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa” (versículo 5). Ninguém, na multidão, chama Zaqueu pelo nome. Ele é “o impuro”. Jesus, ao contrário, o chama pelo nome: “Zaqueu, puro, desce!” Para Jesus ele “é puro”; ele também é um filho de Abraão, um ser humano digno de amor e respeito.

Os nossos olhos- Interroguem-nos: com olhos observamos os que estão ao nosso lado com os olhos de Jesus ou com os da multidão que só enxergam o mal em Zaqueu. Continuamos definindo as pessoas nos baseando em suas limitações? Por exemplo, não falamos: “o bêbado”; “a prostituta”; “o homossexual”; “o drogado”; “o violento”; “o pervertido sexual”? Eles porém não são: “a embriaguez”; “a prostituição”; “o homossexualismo”; “a droga”; “a violência”; “a perversão”, não são o mal. Eles têm um nome. Têm suas limitações, mas também têm muitas boas qualidades. Por que só observamos e sublinhamos os aspectos negativos? Por que o nosso olhar não é guiado pelo amor, como o de Jesus?

Para quem tem o olhar de Jesus não existem “casos impossíveis”, não há “pessoas irrecuperáveis”. Por acaso duvidamos que a Palavra de Deus possa operar milagres também nos dias de hoje, como operou no tempo de Jesus? Para a maioria, Zaqueu “não tinha feito”. Entretanto, o que é impossível para os homens, é possível para Deus (Lucas 18, 27).    

Observemos com atenção: Jesus não fez nenhum sermão para Zaqueu, não lhe fez nenhuma repreensão; convidou-o para uma festa e só. Zaqueu não foi admitido no banquete do Reino porque era bom, tornou-se bom depois. Converteu-se quando descobriu que Deus o amava, não obstante ele fosse um impuro, um pobre, um pequeno, aliás, justamente porque era pequeno. É por este Deus-amor que ele aprendeu a amar. Zaqueu, que foi amado gratuitamente, entende que há outras pessoas que também precisam de amor. Lembra-se dos pobres: “...Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres e, se tiver defraudado alguém, restituirei o quádruplo”. (versículo 8). Por meio do olhar de Jesus para Zaqueu, e também para nós, é que a salvação de Deus chegou a ele e também chega a nós.

 

Perguntas

  1. Qual é o seu olhar para as pessoas que apresentam algum tipo de limitação?

  2. O que significa olhar como Jesus?




5º passo = Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Orar pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  5. Orar pelos vigários, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  6. Por todo trabalho de células;
  7. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  8. Orar pelos aniversariantes do mês;
  9. Pai Nosso, Ave Maria, Glória.

Avisos

1) Nos dias 07 e 08/11 aconteceu o ultimo retiro do ano (Envia-me, módulos 3 e 4) organizado e coordenado pela Equipe de Formação com a colaboração de irmãos de várias redes. Parabéns aos que trabalharam e fizeram o retiro. Deus continue abençoando este “ministério” de formação.

2) No dia 14/12 teremos a Santa Missa de encerramento do ano celular (uma grande célula). Vamos fazer um grande encerramento, especialmente porque neste mesmo dia o Padre Luis Fernando completará 24 anos de Ordenação Sacerdotal. Desde já rezemos por ele e por sua vocação. Todos devem vir com a camiseta de sua rede.

3) O cerco de Jericó já se aproxima. Nesta edição vamos divulgar nossas células, para isto montaremos uma tenda e vamos precisar de muitos voluntários de todas as redes, para estarem presentes em todas as missas durante toda a semana. Procure seu supervisor ou o coordenador de sua rede para se organizarem.

 

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Cada casa, uma célula que cresce e se multiplica; cada membro, um discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Missas

 

Segunda-feira - 7h ( celebração) 
Terça-feira - 7h e 19h30  
Quarta-feira - 7h
Quinta-feira - 7h 12h15 e 19h30
Sexta-feira - 7h 15h e 20h (Vigília)
Sábado - 19h (Igreja e CP4)
Domingo - 7h30 10h 12h 17h30 e 19h30

 

Programação válida de 27/03 a 02/04

Confissões


Sábado: 10h30

Chegar com 40 minutos de antecedência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(12) 3931-2959

Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011

 

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