ENSINA-NOS SENHOR, A DEDICAR TEMPO
SILÊNCIO E ATENÇÃO À ESCUTA DA VOSSA PALAVRA

Pactos da Célula – A Honestidade - 06 - dia 14 a 20/03/2016

3º passo = Edificação (ensino) 40 min

Tema: Pactos da Célula – A Honestidade - 06
Salmo: 45 (NTLH)
Leituras: Efésios 4,17-25

Paulo disse aos “salvos” de Filipos: “Continuem trabalhando com respeito e temor de Deus para COMPLETAR A SALVAÇÃO de vocês” (2, 13). Ora, firmar pactos com o propósito de desenvolver a vida nova que um dia recebemos de Cristo, ou “completar a salvação”. Isto tem a ver com desenvolvimento de caráter, no sentido de forjar o nosso caráter de discípulos segundo o caráter de Cristo, Homem santo. Ora, o valor de uma pessoa é o seu caráter (cf. Fp 2, 22).

Neste sentido, o pacto de honestidade é determinante para o crescimento de todos, porque ser honesto é questão de caráter, de índole, de princípio de vida, de temor e obediência a Deus. Ser honesto é uma decisão, porque honestidade tem a ver com meus valores e com a minha condição interior e a Bíblia diz o seguinte a respeito destes valores: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois A SUA VIDA É DIRIGIDA PELOS SEUS PENSAMENTOS” (Pv 4, 23).


A honestidade preserva a segurança na vida em comum
“...Não mintam mais... pois somos membros do corpo de Cristo” (Ef 4, 25). A vida em comum, seja de um casal, seja de uma comunidade cristã requer honestidade, pois ela é uma das qualidades mais importantes de uma relação feliz. Não mentir significa ser transparente e não aparente, embora a cultura atual nos empurre para baixo, fazendo-nos cair de três modos. Existe:

  1. O mentiroso “inato”: nasceu com isso, sempre contou pequenas mentiras, diz que está fazendo uma coisa e está fazendo outra. É sutil. Quando confrontado, não se lembra do que disse. É um mentiroso crônico que acha quase impossível admitir a verdade a seu respeito;
  2. O mentiroso “para evitar problemas”: esse tipo não mente sempre, só quando há pressão ou um problema sério. Como no primeiro caso, são pessoas que têm desvio de caráter;
  3. O mentiroso “protetor”: é a pessoa que mente para proteger os outros da ansiedade e das preocupações com as dificuldades do dia-a-dia.


A Palavra de Deus é muito clara acerca da honestidade. Assim, não importa o tipo de mentiroso que você seja, a sentença é igual para todos: “A pessoa que diz mentiras a respeito dos outros é tão perigosa quanto uma espada, um porrete ou uma flecha afiada” (Pv 25, 18).


Na vida em células primamos pelos valores do Reino e objetivamos chegar ao ponto de dar a vida uns pelos outros. Todavia, como chegar a este estágio elevado, quando temos dificuldades em questões simples como o trânsito, a escola (colas...), a profissão (enrolação no expediente, uso ilícito da Internet, xerox não permitidas...), mau uso do dinheiro...


A honestidade precisa ser para o discípulo como a roupa que ele troca todos os dias (cf. Jó 29, 14). Quer dizer, para cada dia tenho um novo desafio e preciso revestir-me da graça para ser fiel. Além de não mentir, honestidade implica em sinceridade nos relacionamentos: não cair no pecado por causa de um natural acesso de ira (cf. Ef 4, 26).

A desonestidade nos sentimentos, nas aparências e nas palavras são portas abertas à ação do tentador, que é oportunista (manobrista). Ou seja, faltar com a sinceridade é sinônimo de contar com o diabo, dar lugar para ele dentro e entre nós. É algo terrível faltar com a honestidade, porque ao mesmo tempo dá espaço para o demônio agir e entristece o Espírito Santo (cf. Ef 4, 27. 30) e pecar contra o Espírito é garantia certa de condenação eterna (cf. Mc 3, 29). E atente ainda ao fato de que Jesus relacionou este pecado à maledicência, mentiras e fofoca (cf. Mc 3, 30).

               

Perguntas

  1. O que você entende por ser honesto com os outros?
  2. As pessoas de sua célula são honestas umas com as outras?
  3. O que fazer para que isto aconteça na célula?

Declaração

                “Eu decido ser honesto, por isso não vou esconder como me sinto a respeito de vocês. Contudo, pelo Espírito Santo, procurarei conversar francamente com vocês, de modo amoroso e perdoador, para que nossas frustrações mútuas não se transformem em amargura. Comprometo-me a ser sincero e honesto com vocês, pois sei que, quando falamos a verdade em amor, é que crescemos em tudo, naquele que é o cabeça, Cristo (Ef 4, 15). Vou me empenhar para expressar esta honestidade de maneira sincera e controlada”.

               

4º passo – Evangelização = (15 min)

AVISOS

AVISOS

1) Convidamos todas as redes a participarem ativamente das festividades pascais de nossa paróquia:
A) Domingo de Ramos, 20/03, Santa Missa e Procissão com saída às 8h da Praça Cândido Bertholini. Ficaria muito bonito se todas as redes viessem com as suas respectivas camisetas.
B) Observar a escala de vigília no informativo paroquial.

               

5º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9.  Orar pelos aniversariantes do mês.

“SE QUEREIS PROGREDIR NO AMOR DE DEUS, MEDITAI TODOS OS DIAS A PAIXÃO DO SENHOR. NADA CONTIBUI TANTO PARA A SANTIDADE DAS PESSOAS COMO A PAIXÃO DE CRISTO”.
(São Boaventura)

“Deus abençoe sua semana, sua vida pessoal, familiar, profissional e sua célula”

 

Pactos da Célula – A Lealdade - 05 07 a 13/03/2016

3º passo = Edificação (ensino) 40 min

Tema: Pactos da Célula – A Lealdade - 05
Salmo: 95 (NTLH)
Leituras: João 3,16-17

                Podemos dizer que este é o tema central do plano da salvação: DAR A VIDA. Talvez João 3, 16, seja o versículo mais conhecido das Escrituras, mas providencialmente I João 3, 16, é a continuidade imediata dele, sob mesma numeração e mesmo autor humano, o que nos facilita, inclusive, de guardá-lo na memória.

                Nem sempre isto é ressaltado, porque todos gostamos de saber que Deus deu Sua vida por nós, mas nem sempre aceitamos dar nossas vidas pelos outros. Há quem tente nos interpelar com este princípio bíblico nos exigindo de dar a vida pelos nossos inimigos. Só que ninguém chega a isto de um dia para o outro...

                Na verdade, só podemos dar a vida pelos nossos amigos, e o que temos de fazer é transformar nossos inimigos em amigos, ou seja, trazer as pessoas para a nossa convivência. A Bíblia nos ensina quanto a isto, mostrando qual foi o agir de Deus neste sentido (cf. Rm 5, 6-11).

                Então, podemos sim dar a vida uns pelos outros, se nós nos tornarmos amigos uns dos outros. Isso não se faz sem o auxílio da graça de Deus, daí que é preciso primeiro amar as pessoas em oração para que o Senhor convença nossos corações a perdoar e a aceitar. Depois, é preciso aproximar-se para aproximar, ou seja, nos aproximar com a graça de Deus, e então aproximar a pessoa de mim e do Senhor Jesus.

                Entramos em um mundo de relacionamentos e aí nos tornamos amigos em Cristo. Mas isso não se dá no mundo, e sim na Palavra de Deus. É preciso um ambiente cristão saudável, que favoreça nosso relacionamento amigável em amor “ágape” (amor de irmãos em Deus).

                Ora, a célula é realmente este ambiente eclesial fértil para iniciarmos amizades no SENHOR e para podermos cultivá-las, renovando sempre nossa entrega de vida uns pelos outros.              Por esta razão, precisamos fortalecer a vida de vínculos de amizade e fraternidade cristã na célula. Isto é possível quando certos valores da vida comunitária nos moldam e nos guiam. A célula, mais do que um grupo de compromisso religioso, é uma real comunidade e, portanto, precisa ser guiada por valores antes de práticas. Assim, uniremos João 3, 16, a I João 3, 16.

                Então para que isto se torne claro para nós, é conveniente que façamos alguns pactos de vida e discipulado na comunidade em células. Precisamos primeiramente tomar a consciência de que somos um povo que pertence ao SENHOR (cf. Lv 11, 44-45).

                Sim, nós somos santos e consagrados, dedicados e separados, comprados a preço de sangue e não podemos deixar de viver nesta medida alta da vida cristã. Então, como homens e mulheres, crianças, jovens e adultos, celibatários, casados e pessoas em discernimento do estado de vida, nós temos que nos unir em Cristo, sendo fiéis aos princípios do Evangelho que se manifestam por meio da VISÃO da comunidade, da OBEDIÊNCIA aos que nos guiam, e por meio da MUTUALIDADE de amor cristão.

                A soma desses elementos na vida da comunidade é o que chamamos de lealdade. Eis aí o pacto que faremos nesta semana, e continuaremos fazendo os outros, semana a semana, para que Deus firme em nós os valores do Reino dele.

                O mundo precisa ver o compromisso de amor entre nós. Seja uma pessoa de aliança e tome hoje a decisão de amar os irmãos incondicionalmente.

               

Perguntas

  1.  Você é um (a) amigo(a) leal?
  2.  O que você espera de uma pessoa leal?
  3.  Como fazer para que a lealdade cresça na célula?

Declaração

                “Eu escolho amar, edificar e aceitar cada um dos meus irmãos e irmãs, não importa o que digam ou façam. Eu escolho amá-los do jeito que eles são. Nada do que fizeram vai me impedir de amá-los. Posso não concordar com suas ações, mas irei amá-los e fazer tudo para suportá-los pela graça de Deus que habita em mim”.

               

4º passo – Evangelização = (15 min)

AVISOS

1) Pedimos a todos que confiram e acompanhem escala da vigília dos dias 24 e 25 em nosso informativo paroquial.

2) Pedimos e já agradecemos sugestões de temas a serem desenvolvidos em nossos roteiros. As sugestões podem ser enviadas para a Secretaria de Células pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

               

5º passo - Entrega (oração) – 10 min

Orar uns pelos outros (após breve partilha);

Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;

Orar por todas as pastorais e movimentos;

Orar pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;

Orar pelos vigários Paroquiais, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;

Por todo trabalho de células;

Orar pelos aniversariantes do mês;

Orar pelo Papa Francisco para que o Espirito Santo o ilumine e fortaleça na condução da   Igreja de Cristo

Orar pelo retiro Vida Plena que acontecerá nos dias 12 e 13 de março: pelos participantes, por toda a equipe que irá trabalhar.

Orar pela ECEFP (Escola Celular de Formação Permanente)

“TARDE TE AMEI, Ó BELEZA TÃO ANTIGA E TÃO NOVA, TARDE TE AMEI! ESTAVAS DENTRO DE MIM E EU ESTAVA FORA, E AI TE PROCURAVA...ESTAVAS COMIGO, E EU NÃO ESTAVA CONTIGO...MAS TU ME CHAMASTE, CHAMASTE E ROMPESTE A MINHA SURDEZ. BRILHASTE, RESPLANDECESTE E CURASTE A MINHA CEGUEIRA”  

(Santo Agostinho)

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMILIA E SUA CÉLULA.

Pactos da Célula – A Prestação de Contas - 04 - 29/02 a 06/03/2016

 

3º passo = Edificação (ensino) 40 min

Tema: Pactos da Célula – A Prestação de Contas - 04
Salmo: 67 (NTLH)
Leituras = Mateus 18, 12-20

 

           Sempre corremos o risco de “usar” a Bíblia descontextualizando versículos para justificar nossos atos. Exemplo disso é o velho mito. Para não sermos questionados, dizemos: “Não cabe a nós julgar!”. E logo tratamos de espiritualizar a coisa, citando: Não julgueis e não sereis julgados... Mas o Logos da Escritura mostra o outro lado da moeda. Leia Mateus 18, 12-20, e Ezequiel 3, 16-21. É evidente que existe uma responsabilidade sobre cada um de nós, pois a fé não é uma aventura sentimental que o indivíduo vive em relação a Deus, mas é um vínculo sério que ultrapassa a relação Deus e homem, comprometendo este último com seus irmãos. É claro que não nos compete tomar a posição de juízes dos homens desta terra e determinar o destino eterno das pessoas.

Todavia, a Palavra não esconde o mistério que nos cerca enquanto família de Deus, o mistério da comunhão dos santos que professamos no credo apostólico. Comunhão dos santos é um dos títulos da Igreja. Ensina o Catecismo que este termo tem dois significados: comunhão nas coisas santas e comunhão entre as pessoas santas (cf. CIC, 946-947). Ou seja, nossa vida está interligada e temos o dever de comungar com os irmãos na fé, nos carismas e na caridade (n°. 949-953). E de um modo particular, a caridade refere-se ao compromisso que temos com o bem do outro (n°. 953).


É aqui que compreendemos o motivo pelo qual temos o dever de interferir uns na vida dos outros, sempre que alguma situação colocar em risco a comunhão. O que a Bíblia condena em relação ao julgamento é o falar mal sem saber de nada, não o hábito de julgar em si. Tiago é claro com relação a isto (cf. 4, 11-12). Mas quanto ao fato de “ver, julgar e agir” dentro da minha comunidade não existe prevenções, ao contrário, sobram estímulos (Rm 15, 14). Mas para isto temos de firmar o pacto. Isto é, você precisa estar ciente do que se trata, de quais são seus ‘direitos e deveres’ e saber que a partir do pacto, precisará manter-se aberto à interferência corretiva e fraterna dos irmãos.
A questão é que prestar contas da própria vida não é fácil. Trazemos resquícios do pecado original e com ele, o espírito de insubmissão e autosuficiência, que nos faz acharmo-nos bons demais para sermos guiados por iguais e adotamos um estilo de vida trancafiado em nossa “boa imagem”.


Por que Eva e Adão se esconderam? Pois não queriam prestar contas... Tiveram medo, o mesmo sentimento que moveu Caim a ignorar a pergunta de Deus sobre Abel... A aversão à prestação de contas está em nossa velha natureza: não aceitamos acompanhamento pessoal, resistimos aos conselhos que nos dão e nos irritamos quando os nossos são postos de lado; alimentamos preconceitos mil em relação às autoridades e mesmo quando dizemos sim, por dentro gritamos bem alto: “eu não aceito!”, e fazemos as coisas sem entusiasmo e paixão. Só que não podemos imaginar que Deus vai aperfeiçoar o caráter na oração e dando moções ao coração. Ah, como isto é perigoso! (cf. Jr 17, 9).

O papel do corpo de Cristo é nos transformar para sermos santos e somente na comunidade pequena temos a oportunidade de dar e receber, de abrir a vida e sermos trabalhados para a santidade. Davi amargou com a correção de Natã, teve seu status real aniquilado, foi seriamente quebrantado, mas se não fosse tal medida, certamente não teria se convertido (cf. II Sm 11-12).

Corrigir é “colocar o dedo na ferida” para salvar o desviado da condenação. Por que não veio o próprio Deus falar com Davi, mas enviou um pecador? Para     nos ensinar que é melhor cair nas mãos dos homens do que cair nas mãos de Deus. Na sociedade ser independente é sinal de maturidade. A gente cresce para ficar independente, ter o próprio dinheiro, casa, carro, e o melhor é quando não temos que dar satisfação a ninguém. Será que esse é o melhor caminho para bons relacionamentos e maturidade? O padrão para o cristão é a interdependência, não a independência ou dependência. Reflita nisso: “Quem não gosta de estar na companhia dos outros só está interessado em si mesmo e rejeita todos os bons conselhos” (Pv 18, 1).

Perguntas

1 – Você se “chateia” quando é questionado por alguém?
2 – Como está seu compromisso com a célula?

 

Declaração:

"Dou a vocês o direito de questionar-me, confrontar-me e desafiar-me em amor, quando eu estiver falhando em relação à minha vida com Deus, à minha família e ao meu crescimento espiritual. Confio que vocês serão guiados pelo Espírito quando assim o fizerem. Preciso de sua correção e repreensão, de modo a aperfeiçoar-me. Faço o pacto de não reagir!"

                                                   

4º passo – Evangelização = (15 min)

Avisos:

1) Já se encontram na Secretaria Paroquial as fichas para o Retiro Vida Plena, que será realizado em 12 e 13 de março. O valor é R$ 40 por pessoa. O preenchimento deve ser feito na secretaria.

2) VI Congresso Católicos em Células, de 15 a 17 de abril, na Paróquia Espírito Santo, com pregação de Prado Flores e Padre Luis Fernando Soares. Informações e inscrições no site: www.catolicosemcelulas.com.br/congresso

5º passo - Entrega (oração) – 10 min

  • Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  • Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  • Orar por todas as pastorais e movimentos;
  • Orar pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  • Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  • Por todo trabalho de células;
  • Orar pela escola de formação permanente.

O discípulo missionário de Jesus Cristo, necessariamente, vive em comunidade (1 Ped 2,9-10), em “intima união ou comunhão das pessoas entre si e delas com Deus Trindade”. Sem vida em comunidade não há como viver efetivamente a proposta crista. Comunidade implica convívio, vínculos profundos, afetividade, interesses comuns, estabilidade e solidariedade nos sonhos, nas alegrias e nas dores. A comunidade eclesial acolhe, forma e transforma, envia em missão, restaura, celebra, adverte e sustenta. Ao mesmo tempo em que hoje se constata uma forte tendência ao individualismo, percebe-se igualmente a busca por vida comunitária. Esta busca nos recorda como é importante e vida em fraternidade. Mostra também que o Espirito Santo acompanha a humanidade suscitando, em meio às transformações da história, a sede por união e solidariedade”. (DGAE- N-55: Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil- 2015-2019/ DOC-102 CNBB) DEUS ABENÇOE SUA VIDA, FAMILIA, SEMANA E SUA CÉLULA

 

Deus abençoe sua vida, sua família, seu trabalho e sua célula

Pactos da Célula – A Disponibilidade - 03 - 22/02 a 28/02/2016

Louvor:  À escolha

Adoração: À escolha
Salmo: 1 (NTLH)

3º passo = Edificação (ensino) 40 min

Tema: Pactos da Célula – A Disponibilidade - 03
Leituras = Provérbios 3,27-29

            O livro de Atos dos Apóstolos, capítulo 2,42-47, apresenta-nos em poucos versículos os traços fundamentais da primeira comunidade cristã de Jerusalém. Merece destaque o fato de que, dentre os membros deste corpo tão unido, estavam os apóstolos de Cristo, com destaque especial a Pedro, Tiago e João. Justifico isto porque à primeira vista o texto pode “enganar-nos” com um idealismo cego em relação à vida cristã, fazendo-nos crer que este alto nível de comunhão fora alcançado da noite para o dia, o que não é verdade.

            O NT jamais escondeu as imperfeições destes membros do corpo de Cristo. Por exemplo, no Getsêmani, quando o Mestre mais precisou deles, em Sua angústia suprema - quando foi invadido pela tristeza e pelo temor da Sua iminente morte -, veja o que houve... Leia Mateus 26, 40.

            Eles faltaram com a disponibilidade, talvez se esquecendo de quando precisaram de Jesus... Em meio à tempestade e ao desespero em alto mar, acordaram a Cristo, gritando... Leia Marcos 4, 38. Note o paradoxo: quando Jesus precisou, eles dormiram; quando precisaram, acordaram Jesus... Ora, o Senhor quer ministrar ao coração de cada membro do corpo da comunidade o valor bíblico da disponibilidade que precisamos ter uns para com os outros. Mas convém perguntar, o que é a disponibilidade? Vejamos:

            1. Disponibilidade é uma virtude: não se trata do estado ou condição da pessoa preguiçosa, que não tem o que fazer e por isso está sempre de “mãos abanando”. Aliás, Deus detesta o preguiçoso (cf. Pv 10, 26; Eclo 22, 1-2) e prefere confiar serviço ao esforçado e ocupado.

            2. Disponibilidade é uma escolha pessoal: ser disponível é não estar ocupado para o que é necessário, primordial e essencial na vida. O problema é que não sabemos administrar bem o nosso tempo e fixar prioridades. Por exemplo: existem cristãos que não têm disponibilidade sequer para a oração, e o pior, justificam este pecado, dizendo: “Sou ocupado demais para reservar tempo para a oração...”

            Clássico é o exemplo de Marta e Maria. Marta foi repreendia, pois deteve-se no secundário (cf. Lc 10, 38-42). Pergunto: temos sido vítimas desta “ditadura do urgente”, desta “tirania do pra ontem”? Ela escraviza porque é uma ferramenta diabólica na destruição dos cristãos, porque o diabo, vendo que não dá para nos impedir de servir ao Reino na oração e nos ministérios, ao invés de nos paralisar neste compromisso com Deus, multiplica as tarefas e preocupações a fim de que nos desgastemos e, no fim das contas, não tenhamos o melhor para ofertar ao Senhor. Ele rouba as primícias para darmos o resto!

            3. Disponibilidade é uma aliança que firmamos com as pessoas que valorizamos: é uma questão de pacto ser disponível. Jamais poderíamos colocar as coisas à frente das pessoas, mas no geral é o que acontece, sobretudo com os líderes. Parte desse problema é que muita gente na comunidade não faz nada, ou faz bem pouco, por preguiça ou egoísmo (o que resulta em sobrecarga da minoria que serve e que por isso, acaba sem tempo); outra parte da doença é falta de postura dos “ocupados demais”, que acabam se acostumando a viver na correria e presumem que assim estão agradando ao Senhor...

            Ora, hoje somos confrontados pela Palavra a firmarmos um pacto de disponibilidade com o Senhor (na oração) e com aqueles que amamos (família, célula etc.). É um confronto de conversão e de mudança profunda. Temos de ser desimpedidos de tudo o que nos impede de viver os propósitos de Deus e sermos úteis aos nossos irmãos. Temos de tomar a decisão de nos focar na “melhor parte” (a intimidade com Deus, a koinonya, o serviço aos outros, a partilha de bens e do tempo etc.).

            A disponibilidade é um remédio poderoso para a preocupação. “Pré-ocupar” é ocupar antes do tempo e antecipar o que nem existe. Mas o único que pode fazer isso é Deus. Quando nos entregamos à preocupação nos distanciamos da paz interior e da alegria, pois: “As preocupações roubam a felicidade...” enquanto que: “...as palavras amáveis nos alegram” (Pv 12, 25). Assim, vamos nos focar no essencial e dar a condução do nosso tempo, dos nossos bens materiais, da nossa vida profissional e familiar ao Senhor, que é sempre disponível para cuidar dos Seus filhos.

Perguntas

1 – Você é disponível para Deus e para os outros?
2 – O que fazer para que toda célula seja disponível?

 

Declaração:

“Aqui estou, se precisarem de mim! Tudo o que tenho - tempo, energia, entendimento, bens etc. - está à disposição de você, até o limite dos meus recursos. Dou todas estas coisas a vocês, sem quaisquer outras exigências”

                                                   

4º passo – Evangelização = (15 min)

Avisos:

1) Já se encontram na Secretaria Paroquial as fichas para o Retiro Vida Plena, que será realizado em 12 e 13 de março. O valor é R$ 40 por pessoa. O preenchimento deve ser feito na secretaria.

2) VI Congresso Católicos em Células, de 15 a 17 de abril, na Paróquia Espírito Santo, com pregação de Prado Flores e Padre Luis Fernando Soares. Informações e inscrições no site: www.catolicosemcelulas.com.br/congresso

5º passo - Entrega (oração) – 10 min

  • Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  • Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  • Orar por todas as pastorais e movimentos;
  • Orar pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  • Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  • Por todo trabalho de células;
  • Orar pela escola de formação permanente.

“Os tempos e os dias de penitência ao longo do ano litúrgico (O tempo da quaresma, cada sexta-feira, em memória da morte do Senhor) são momentos fortes da prática penitencial da Igreja. Esses tempos são particularmente apropriados aos exercícios espirituais, às liturgias penitenciais, as privações voluntárias como o jejum e a esmola, a partilha fraterna (obras de caridade e missionárias)” (CIC 1438)

 

Deus abençoe sua vida, sua família, seu trabalho e sua célula

Pactos da Célula – A Confiança - 02 - 15 a 21/02/2016

1º passo = Encontro | 10 minutos

Acolhida           Cafezinho (se houver). Também pode ser oferecido no final da reunião.
Quebra-gelo     Escolha um quebra-gelo adequado em seu livro.

2º passo = Exaltação | 15 minutos
(As músicas devem corresponder ao louvor e à adoração)
Louvor                À escolha
Adoração            À escolha
Salmo                 131 (NTLH)

3º passo = Edificação (Ensino) | 40 minutos
Tema                    Pactos da Célula – A Confiança - 02 
Leitura                 Eclesiástico 27,17-24

Introdução:

Para você entender o que é confiar, imagine-se fazendo o seguinte: escolha uma pessoa que você conhece bem e em quem confia. Imagine que ela está parada atrás de você. Você fecha os olhos, relaxa o corpo e cai livremente para trás. Se você acreditar que ela não vai deixá-lo cair de jeito nenhum então você confia. Então, o que é confiar? Confiar significa entregar-se completamente nas mãos de outra pessoa, acreditando que o outro vai fazer o que prometeu.

                A Bíblia nos dá muitos exemplos de confiança, dentre eles podemos citar o de Abraão. Deus chamou-o para morar em uma terra estranha, a qual ele nem conhecia. Mas Deus não lhe disse qual seria a terra. Simplesmente mandou que ele mudasse e ele saiu sem saber onde estava, nem o que ele devia fazer. Contudo, ele foi como Deus lhe tinha ordenado, confiando que Deus sabia o que fazia, confiando que Deus o guiaria e no fim mostraria qual era o objetivo da viagem.

                Depois, Deus o coloca de novo em prova: diz que ele vai ter um filho, apesar de sua mulher não ter mais condições em virtude de sua idade avançada. Mas, já que Deus tinha dito isto, Abraão confiou cegamente em Deus, com absoluta certeza de que Deus iria lhe arrumar o filho. Mas não para por aí, depois que Isaque nasce e já é um pré-adolescente, Deus exige que Abraão o sacrifique. E veja a fé de Abraão, novamente ele não duvidou de que Deus estava certo. Em inteira confiança, ele se prontificou a fazer o que Deus tinha exigido dele.

                Nossa fonte de confiança - “És tu, Senhor, a minha esperança, és minha confiança, SENHOR, desde a minha juventude” (Sl 71, 5). Deus é a fonte de toda confiança. Então, se cremos que a comunidade é uma obra de Deus, só podemos colocar confiança naquilo que nos é dado como direção. Dentro desta visão, nossas células serão verdadeiramente apriscos, onde podemos depositar nosso tempo, dinheiro e nossa vida, será lugar seguro para as ovelhas que chegam ao Reino de Deus.

                Em quem devemos confiar - “Mas procura entre todo o povo homens de valor, que temem a Deus, dignos de confiança e inimigos do suborno, e estabelece-os como chefes de mil, de cem, de cinqüenta e de dez” (Ex 18, 21). Deus mesmo nos tem dado a graça da liderança, do pastoreio, e nos dado a visão de como devemos viver e agir. Se ocupamos qualquer posição de liderança, de discipulado ou qualquer serviço, devemos exercê-lo com clareza, obediência e sabedoria.

                A confiança nos faz diferentes do mundo e semelhantes a Deus - “Quem revela os segredos perde a confiança do amigo e não encontrará mais amigo íntimo” (Eclo 27, 17).  Nossa geração tem produzido uma safra de violadores de alianças e compromissos, pessoas que não entendem a natureza da lealdade, pessoas que venderiam seus companheiros em troca de uma posição política ou de uma vantagem pessoal! Mas através de nossas células, Deus está levantando um povo que vai testemunhar que lealdade e integridade são valores que podem ser vividos.

                 A confiança é arma para a vitória - “Farei a esta casa consagrada ao meu nome, e na qual colocais vossa confiança, lugar que vos dei, a vós e a vossos pais, o mesmo que fiz com o santuário de Siló” (Jr 7, 14). Se queremos ser vitoriosos como discípulos de Cristo, deveremos nos colocar à disposição como pais, irmãos e amigos. Dedicar-nos ao auxílio, à escuta, guardar nossos olhos de visões deturpadas de amizade e religiosidade, manter-nos afastados de conversas tolas e frívolas, fofocas e maledicências, exercer a lealdade, fidelidade, conduta de castidade no ouvir, ver e falar, deixar a fofoca de lado, exercer o pacto de prestação de contas e correção fraterna uns dos outros.

Perguntas:
1) Como está o nível de confiança em sua célula?
2) Eu confio no Senhor em suas promessas?

Declaração:
“Prometo manter em segredo tudo o que for compartilhado dentro da célula, de modo que tenhamos uma atmosfera de confiança. Eu reconheço que o meu líder tem liberdade de compartilhar com o supervisor ou outra autoridade, o que for necessário para o meu crescimento. Mas eu mesmo jamais espalharei coisa alguma do que for compartilhado pelos meus irmãos na minha célula. Eu declaro que sou submisso ao meu líder de célula e em tudo o que for bom para edificação”.

4º passo = Evangelização | 15 minutos
Avisos
1) Com alegria e dando graças ao Senhor é que anunciamos a criação de nossa Escola Celular de Formação Permanente, passo importantíssimo na SOLIDIFICAÇÃO da formação de nossa liderança. Nesta primeira turma os alunos serão indicados pelos coordenadores de rede. As aulas serão semanais, às quartas-feiras, com temas sobre Bíblia, doutrina da Igreja, oração, além de formação humana e psicológica.
2) VI Congresso Católicos em Células, de 15 a 17 de abril, na Paróquia Espírito Santo, com pregação de Prado Flores e Padre Luis Fernando Soares. Informações e inscrições no site: www.catolicosemcelulas.com.br/congresso
3) Missa para empresários e seus colaboradores (comerciantes, prestadores de serviços, vendedores, diretores de empresas, profissionais liberais), terça-feira, dia 16/02, às 19h30, na igreja. O padre Luis Fernando Soares dará benção de Deus para as empresas iniciarem bem seus negócios em 2016.

5º passo = Entrega (oração) | 10 minutos
Orar
... uns pelos outros (após breve partilha).
... pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores.
... por todas as pastorais e movimentos.
... pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia.
... pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários.
... pelos aniversariantes do mês.
... pela Escola Celular de Formação Permanente (ECEFP)

“A CONFIANÇA É UM EDIFICIO DIFICIL DE SER CONSTRUIDO, FÁCIL DE SER DEMOLIDO E MUITO DIFICIL DE SER RECONSTRUIDO”

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Cada casa, uma célula que cresce e se multiplica; cada membro, um discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Missas

 

Segunda-feira - 7h ( celebração) 
Terça-feira - 7h e 19h30  
Quarta-feira - 7h
Quinta-feira - 7h 12h15 e 19h30
Sexta-feira - 7h 15h e 20h (Vigília)
Sábado - 19h (Igreja e CP4)
Domingo - 7h30 10h 12h 17h30 e 19h30

 

Programação válida de 27/03 a 02/04

Confissões


Sábado: 10h30

Chegar com 40 minutos de antecedência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(12) 3931-2959

Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011

 

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Gostaríamos de mostrar para você algumas das funcionalidades novas que preparamos.



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