ENSINA-NOS SENHOR, A DEDICAR TEMPO
SILÊNCIO E ATENÇÃO À ESCUTA DA VOSSA PALAVRA

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Cristo, a Igreja e o Papa | de 11 a 17/07

Tema: Cristo, a Igreja e o Papa

Salmo: 122 (NTLH)
Leitura: Mt 16,13-19


No final de semana passado celebramos a grande festa de São Pedro e São Paulo, dois grandes líderes da Igreja primitiva e cada qual, a sua maneira, foi alicerce para que a Igreja se tornasse o que é hoje. Enquanto Paulo foi chamado a evangelizar os “estrangeiros”, Pedro foi chamado a pastorear e governar toda a Igreja. E comemoramos também o dia do Papa, duas ocasiões mais que oportunas, que nos convidam a refletir um pouco mais sobre esta Igreja que Deus já vinha preparando desde o Antigo Testamento: “O povo de Deus”.       
Pode ser que, devido a termos nascido e crescido nesta Igreja, fomos acostumados a viver nela sem perceber os seguintes pontos: Quem ela é? De onde ela veio? O que ela representa na minha vida? Qual o “grau” de pertença que me liga a ela e o que eu sinto por ela? O que representa em minha vida saber (tomar consciência) de que eu pertenço a Igreja que Jesus fundou?     
Na palavra de Deus encontramos inúmeras imagens desta Igreja, entre tantas:
- Redil de Cristo: Jo 10,1-10
- Lavoura ou campo de Deus: 1Cor 3,9
- Construção de Deus: Mt 21,42; At 4,11; 1 Pd 2,7
E as mais significativas e elegantes:
- Jerusalém celeste e nossa mãe: Gl 4,26
- Esposa imaculada do cordeiro imaculado: Ap 12,7;22,17
Tão sublimes atribuições enriquecem e embelezam a direta palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo ao primeiro Papa Pedro, após ouvir de seus lábios que ele sabia quem Ele era realmente: “Tu és o Cristo, o filho de Deus vivo!” (Mt 16, 16), nosso Senhor entrega a ele então o poder de ligar e desligar, entregou a Pedro a missão de conduzir a sua Igreja que Ele criou e que, mais tarde, o Espírito Santo selou com sua vinda em Pentecostes. As palavras de Jesus são claras e diretas: “Feliz és tu Simão, foi meu pai quem te revelou isto (a divindade de Cristo) e eu te declaro: Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela, e tudo o que você ligar aqui na terra, será ligado no céu, e tudo o que você desligar será também desligado” (Mt 16,18-19)
Após dois mil anos de existência da Igreja de Cristo, a nossa Igreja, olhamos com certa tristeza as centenas de denominações evangélicas divididas e espalhadas por este mundo afora e entre as que se apresentam com reta intenção, não são poucas as que dilaceram o coração de Nosso Senhor até mesmo em seus nomes bizarros e que causam repulsa e envergonham a causa do Evangelho.
A alegria de pertencer a Igreja Católica, a Igreja de Cristo, deve sempre estar presente em nossas vidas, especialmente pelas quatro características encontradas somente em nossa Igreja:

1)  Nossa Igreja é a única com raiz Apostólica: Jesus deixou Pedro como seu sucessor que governou a Igreja do ano 30 até 67. Pedro deixou São Lino, que foi Papa de 67 a 76 e este, por sua vez, deixou Santo Anacleto, Papa de 76 a 88 e assim até hoje com nosso Papa Francisco.
2) Nossa Igreja é Una: Tem o dom da unidade enraizada na Trindade, tem sua fonte em Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo, é Una com seu fundador, em sua doutrina e em sua alma.
3) Nossa Igreja é Santa: “Aos olhos da fé” como nos diz o catecismo, ela é santa, pois Cristo, o filho de Deus, que com o Pai e o Espírito Santo é proclamado o “único santo”, amou sua Igreja como esposa. Por ela se entregou com o fim de santificá-la. Uniu-a a si mesmo como seu corpo e cumulou-a com o dom do Espírito Santo, para a glória de Deus. A Igreja é, portanto, “o povo santo de Deus, e seus membros são chamados santos”. (At 11,26).  Ela é, portanto, Santa em sua natureza. E aqui para testemunhar sua Santidade e origem divina, os mais de vinte mil santos e santas canonizadas, homens e mulheres que se santificaram, foram martirizados, mortos pela causa de Cristo e sua Igreja, testemunharam sua fé na Igreja e pela Igreja, mesmo em ocasiões em que ela passava por dificuldades morais e temporais e paradoxalmente, são nestes momentos, mais difíceis onde brota mais santos e santas.
4) Nossa Igreja é Católica: A palavra católica quer dizer “universal”, no sentido de totalidade. É católica porque é enviada em missão por Cristo a universalidade do gênero humano (Mt 28,19), é católica porque nela está a plenitude dos meios de salvação por Cristo (confissão de fé, vida sacramental integral e ministério ordenado na sucessão apostólica) que é a cabeça de todo o seu corpo (C.I.C- 811-830).

Mas não basta somente sabermos “desta verdade”, que nossa Igreja é a Igreja que Cristo fundou, “É PRECISO QUE ESTA VERDADE SE TORNE VERDADE PARA NÓS” e nos encante, que haja uma “conversão” de corações e mentes à nossa Igreja, assim como aconteceu conosco que após anos nesta mesma Igreja, nos renovamos, nos convertemos novamente a Jesus Cristo. Esta renovação interior deve-se repetir com relação a nossa Igreja.

Perguntas

1) ) Como me sinto, sabendo que sou membro da Igreja que Jesus fundou?
2) Qual o meu grau de pertença e fidelidade à Igreja de Cristo?


 

AVISO:

Já se encontram na Secretaria Paroquial as fichas de inscrições para o Retiro Vida Plena, que acontecerá nos dias 06 e 07 de agosto. O valor é de R$ R$ 40 por pessoa. As fichas deverão ser preenchidas na secretaria, não permitindo levar para casa.

5º Passo= Entrega (Oração) | 10 minutos

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
  11. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

“O HOMEM DEVERIA TREMER, O MUNDO DEVERIA VIBRAR, O CÉU INTEIRO DEVERIA COMOVER-SE PROFUNDAMENTE QUANDO O FILHO DE DEUS APARECE SOBRE O ALTAR NAS MÃOS DO SACERDOTE”
(São Francisco de Assis)

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMILIA, SUA REDE E SUA CÉLULA

Somos um só corpo | de 04 a 10/07/2016

Tema: Somos um só corpo

Salmo: 133 (NTLH)
Leitura: 1Cor 12,4-27


 

Conta-se que, certa vez, alguns membros do corpo se reuniram para arquitetar contra o estômago, porque na visão deles, o estômago era muito “folgado”. Ele apenas recebia os alimentos, já trabalhados pelo esforço dos braços que os plantaram, colheram e os prepararam, das mãos de os levaram a boca, que por sua vez tinha também o esforço de mastigar. As pernas também concordaram, pois caminhavam muito para transportar todo o “pesado” corpo, o cérebro que nem sequer descansava, e o olho então que dizia: “sem mim vocês não sabem para onde ir”, e após cada um mostrar seu valor sobre o estômago, acordaram entre si, que não mais mandariam alimentos para ele.

A resolução tomada se manteve até o primeiro e segundo dia, até que as pernas e os braços começaram a sentir certa fraqueza, cansaço e já no terceiro dia, chegaram à conclusão de que os alimentos que eles trabalhavam era o estômago que distribuía para todo o corpo, para que todos recebessem as vitaminas, proteínas, energias para se sustentarem e se manterem vivos. Concluíram que se não voltassem a fazer cada um a sua parte, todo o corpo morreria e assim, imediatamente, para a sobrevivência e o bem de todos, voltaram a enviar alimentos para o estômago, que por sua vez e por sua própria função voltou a realizar a sua parte e o corpo todo voltou a funcionar e restabeleceu seu vigor.

Na palavra de Deus encontramos várias menções a respeito da alusão ao corpo quando se refere à Igreja, pois reflete bem o sentido de pertença, de ligação, de “interdependência” uns dos outros, de ajuda mútua. Nos tornamos membros da Igreja e uns dos outros pelo Batismo, esta é a marca, o selo que nos enxerta na Igreja de Cristo, somos uma só família, todos fomos salvos pelo mesmo sacrifício de Cristo na cruz.

Na Igreja, todos somos um, cada um com uma função que nos é própria, realiza cada qual sua tarefa no conjunto deste corpo, por isto é que a Igreja funciona, pois todos se completam e fazem sua parte.

Na analogia do corpo, não se concebe um pé caminhando sozinho por aí, nunca ninguém viu uma perna andando sozinha pelas ruas, absurdo; e se um braço ficar muito tempo sozinho, desligado de um corpo, o que vai acontecer? Vai se decompor, vai cheirar mal e apodrecer; então, não se concebe um membro sobreviver longe de seu corpo, desconectado do corpo. Um membro sozinho, isolado não consegue ser corpo, só consegue ser corpo quando unido a outros membros unidos entre si, um corpo só é corpo quando age em conjunto com todos os membros do mesmo corpo.

O Apóstolo Paulo, na carta aos Coríntios, ministra esta “catequese” sobre a unidade na Igreja, pois nos parece que naquela comunidade, estava tendo dissensões, uns se achando melhores e maiores do que os outros por causa de seus dons que apareciam mais “extraordinários” ou que chamavam mais atenção do que o do outro irmão.

Na Igreja sempre devemos nos lembrar de que o corpo só funciona quando “todos” fazem a sua parte, quando todos se ajudam. Ilusão pensar que a cabeça é mais importante do que os dedos dos pés, já imaginaram nossos pés sem os dedos? Sabiam que os dedos de nossos pés é que dão o “equilíbrio” para todo o corpo? Sem eles teríamos sérios problemas para nos locomover e nos mantermos em pé com segurança. Assim podemos pensar que na Igreja, “todos” temos nossa importância. As senhoras que durante o dia sem ninguém ver, limpam a Igreja para que a usemos no final de semana, na célula, quem prepara as músicas, o (a) líder, o anfitrião, o cafezinho, e os ministérios de música, por exemplo, que tem uma maior exposição em grandes encontros e nas grandes células, não são maiores ou melhores que os irmãos que nos retiros trabalham na limpeza dos banheiros.

Podemos dizer que a Igreja, nossas redes e células serão mais belas, mais eficientes e mais agradáveis de se viver quando “todos os membros se reconhecerem de fato membros e dependentes uns dos outros e se ajudarem tal qual uma perna depende da ligação com o tronco do corpo, e que no corpo de Cristo, ´se´ aparentamos sermos fortes é porque somos sustentados por muitos outros membros, inclusive os menores”.

Perguntas

1) Qual o prejuízo de se ter membros na Igreja trabalhando independentes do corpo?
2) Eu sei qual a minha função no corpo de Cristo, na Igreja?


 

AVISO:

1) Palestra: “Iniciação ao coaching” (Desenvolvendo pessoas e seus propósitos)
Sexta-feira, 15/07, às 19h, no Espaço Vida
Inscrições gratuitas na Secretaria Paroquial
Obs.: palestra importantíssima para lideres, auxiliares e todos os que querem um melhor treinamento em liderança

2) Parabéns à Rede Jovem que realizou aprofundamento para 80 jovens e à Rede de Casais que está realizando seminário para 200 casais por encontro.

5º Passo= Entrega (Oração) | 10 minutos

1- Orar uns pelos outros (após breve partilha);
2- Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
3- Orar por todas as pastorais e movimentos;
4- Pelos encontros de formação de líderes;
5- Orar pelo padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
6- Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
7- Por todo trabalho de células;
8- Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
9- Orar pelos aniversariantes do mês;
10- Orar pela nossa escola de formação permanente (ECEFP)
11- Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.


COMPREENDI QUE, QUE SE A IGREJA TINHA UM CORPO COMPOSTO DE DIFERENTES MEMBROS, O MAIS NECESSÁRIO, O MAIS NOBRE DE TODOS NÃO LHES FALTAVA: COMPREENDI QUE A IGREJA TINHA CORAÇÃO, E QUE ESTE CORAÇÃO ESTAVA ARDENDO DE AMOR.
COMPREENDI QUE SÓ O AMOR FAZIA AGIR OS MEMBROS DA IGREJA, QUE SE O AMOR SE APAGASSE, OS APOSTOLOS JÁ NÃO ANUNCIARIAM O EVANGELHO, OS MÁRTIRES RECUSAR-SE- IAM A DERRAMAR SEU SANGUE...
COMPREENDI QUE O AMOR ENCERRA TODAS AS VOCAÇOES, QUE O AMOR É TUDO, QUE ABARCA TODOS OS TEMPOS E LUGARES... NUMA PALAVRA, QUE ELE É ETERNO”
(Santa Tereza do Menino Jesus)

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA SEMANA, SUA FAMILIA, SUA REDE E SUA CÉLULA.

Deus nos fala... e de diversas maneiras | de 20 a 26/06/2016

Data: 20 a 26/06/2016

Tema:Deus nos fala... e de diversas maneiras
Salmo: 28 (NTLH)
Leitura: Hb: 1,1-3


Nosso Deus é um Deus vivo que se relaciona com seus filhos; desde nossos primeiros pais ele quer estabelecer, e estabelece um diálogo conosco, diz o texto sagrado que o Senhor tinha o costume de todas as tardes passear no jardim e conversar com Adão: “Onde estás? ” (Gn 3,9). Esta iniciativa do Senhor se prolonga por toda a história da salvação, desde a libertação do povo que ele escolheu e que estava escravo no Egito, e que ele chama Moisés para liderar esta libertação (Ex 3), passando pelos profetas e chegando ao máximo de sua aproximação com seus filhos na pessoa de Jesus Cristo: “ E o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo1,14).

A constituição dogmática Dei Verbum do concilio Vaticano Segundo nos traz uma belíssima palavra a este respeito: “Aprouve a Deus, em sua bondade e sabedoria, revelar-se e tornar conhecido o mistério de sua vontade (Col 1, 15; 1Tm 1,17), levado por seu grande amor, fala aos homens como a amigos (Ex 33,11; Jo 15,14-15), entretém-se com eles (Br 3,38), para convida-los a participação de sua intimidade”. (DV-2)

Mas e hoje, Deus continua se comunicando conosco? Como?
Deus continua, sim, falando conosco e de muitas maneiras além daquelas já descritas na carta aos Hebreus.

Especialmente:

A) Através da oração: Orar é estabelecer um diálogo com Deus, é uma conversa do Pai com um filho, ou de amigo para amigo, como Deus conversava com Moisés (Ex 33,11); Nosso senhor Jesus Cristo tinha o hábito da oração: “Saiu então, e foi como era de seu costume, para o monte das oliveiras para orar e seus discípulos seguiram também com ele”. (Lc 22,39-46).

Em nosso tempo dedicado a oração podemos:
1) Louvar o Senhor: Por Ele ser o que é, Deus; por tudo o que Ele fez; por tudo o que Ele fez por mim.
2) Pedir perdão pelas nossas faltas 
3) Apresentar nossas necessidades a Ele
4) Aprender a “escutar” o que Ele tem a nos dizer.

“Na oração é que nos encontramos” com o Senhor, e ali naquele momento abrimos nosso coração com Ele, falamos, e escutamos sua resposta para a nossa vida.
Em nosso tempo dedicado à oração, devemos especialmente procurar estabelecer este “diálogo”, uma “conversa” afim de que possamos crescer na intimidade com o Senhor, estabelecer “vínculos” de amizade e assim vamos aprendendo a ser filhos como Ele quer que sejamos.

B) Através da palavra de Deus: “Toda Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda obra”. (2Tm 3,16-17)  
Na Bíblia está consignada toda a vontade de Deus para conosco, seus filhos. É a história vivida, de todo o “investimento” que Deus fez para nos salvar, história de amor incansável e verdadeiro, pois Deus é amor (1Jo4,8).
Na bíblia sempre temos uma palavra para cada situação em que estamos vivendo, especialmente porque nestes setenta e três livros sagrados estão as experiências de homens e mulheres que trilharam os caminhos de Deus e que aprenderam com Ele a viver a vida que Ele quer que vivamos; esta milenar e divina experiência é que nos transmite ainda hoje através da palavra escrita a vontade de Deus para conosco. Quando tiramos tempo para ler, meditar, ruminar esta palavra, Ele nos fala através dela.

C) Através da Igreja: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. (Mt 16,18).
Deus Pai nos criou, conduziu Abraão, Isaac, Moisés, os profetas para “falar” através deles a seu povo, na plenitude dos tempos mandou seu próprio filho para nos trazer a salvação: “De tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu próprio filho para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. (Jo 3,16).
E a salvação continua até nos dias de hoje, até a consumação dos séculos, até a volta gloriosa de Jesus. E enquanto Ele não volta, sua palavra precisa ser anunciada, a Igreja existe para isto: Para continuar a ser salvação para a humanidade, Anunciando a palavra e através dos sacramentos. Deus fala pela Igreja quando ela defende a vida, nos fala quando nos confessamos, Deus fala pela Igreja quando o Papa se pronuncia em defesa da fé e da palavra de Deus e da dignidade da pessoa humana, seus filhos.

D) Através dos acontecimentos: Quando Moisés foi ao Faraó pedindo que ele libertasse seu povo que era escravo, o Faraó se endureceu e não atendeu ao pedido de Moisés, então Deus “falou” através daquelas pragas (Ex 5-11), foram sinais visíveis do pedido de Deus já feito por Moisés ao Faraó. Assim, ao longo da história da salvação, Deus fala através dos acontecimentos; Jesus também realiza milagres, obras, curas que são também uma forma de linguagem de comunicação da palavra de Deus. Em nossas vidas devemos ficar atentos aos acontecimentos através dos quais Deus pode estar se comunicando: Uma pessoa se aproxima de nossas vidas, com uma palavra amiga, um acidente do qual escapamos, uma ajuda inesperada, um trabalho que pedimos, uma provação, uma graça alcançada, entre tantos outros acontecimentos que Deus pode estar nos falando através dele.

Perguntas

1) Porque Deus insiste em querer continuar falando conosco?
2) já tive a experiência de Deus falar comigo? De que maneira?


 

5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  • 1- Orar uns pelos outros (após breve partilha);
    2- Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
    3- Orar por todas as pastorais e movimentos;
    4- Pelos encontros de formação de líderes;
    5- Orar pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
    6- Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
    7- Por todo trabalho de células;
    8- Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
    9- Orar pelos aniversariantes do mês;
    10- Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

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Caminho de Emaús, o nosso caminho | de 13 a 19/06/2016

Data: 13 a 19/06/2016

Tema: Propósito da Missão
Salmo: 4 (NTLH)
Leitura: Lc 24,13-35


Uma das mais belas passagens da palavra de Deus se encontra nesta narrativa: o caminho de cerca de dez quilômetros, entre Jerusalém e a aldeia chamada Emaús. Neste trecho aconteceram coisas entre Nosso Senhor Jesus Cristo, já ressuscitado, e dois de seus seguidores. Coisas que estão relacionadas diretamente com nossa vida espiritual e que nos servem como um verdadeiro itinerário de vida espiritual.

Para que aproveitemos bem este itinerário, o que primeiro devemos fazer é ler com muita atenção a passagem acima, de coração e mente aberta e deixar o Espírito Santo nos revelar tudo de maravilhoso e surpreendente que existe neste caminho, neste itinerário. Podemos trilhar este caminho fazendo dele nosso itinerário espiritual.

1) Seguiam dois a dois: Jesus teve o cuidado de enviar seus discípulos sempre em duplas, nunca sozinhos, mostrando-nos assim o sentido de comunidade, companheirismo, partilha, para que, quando nos sentirmos sós, tenhamos em quem nos apoiar. Devemos sempre ter alguém em quem possamos confiar quando precisarmos. Caminhar sozinho é se expor aos perigos do caminho sem ter a quem recorrer quando precisar.

2) Conversavam entre si e estavam tristes: É natural em nossa vida e caminhada espiritual ficarmos desanimados, devido às circunstâncias de certos momentos. Os dois discípulos estavam tristes devido à morte de Jesus que abalou a comunidade cristã: mataram o Mestre! Quem não ficaria desanimado?!

3) Mas Jesus se colocou no meio deles: Embora tenhamos momentos de tristeza por vários motivos, Nosso Senhor SEMPRE ESTÁ CONOSCO, mesmo que não o percebamos, como os dois não perceberam. É promessa d´Ele: “Eis que estareis convosco todos os dias até o fim” (Mt 28,20)

4) Jesus tomou a iniciativa de conversar com eles: É sempre Ele quem toma a iniciativa de nos chamar “Veme segue-me” (Mc 1,17); “O que é que vocês estão conversando?” (Lc24, 17) e hoje Ele continua a nos chamar através da oração, da leitura da Palavra, da Igreja e pelos acontecimentos, nos chama e inicia um diálogo conosco.

5) A palavra de Deus: “E começou a explicar todas as passagens das escrituras que falavam d´Ele...” (Lc24, 27). Na palavra de Deus está contida toda a história de amor de Deus para conosco, o plano de salvação que nos livrou do pecado e da morte por Jesus Cristo. Por isto é que diante do desânimo e dúvidas daqueles dois discípulos, Nosso Senhor começou a explicar, através da Palavra, o que deveria acontecer com Ele. Nestes nossos tempos em que se multiplicam as ofertas de caminhos errados, de falsas doutrinas, do ateísmo, a palavra de Deus deve ser nossa referência, nossa fonte de consulta para iluminar nossos passos (Sl 118, 105), deve ser nosso fundamento, nossa segurança na verdade, deve ser ainda fonte para a nossa oração (Léctio-Divina). Observemos que enquanto Nosso Senhor lhes falava das escrituras seus corações se abrasavam. A palavra de Deus produz em nós o calor do amor por ela.

6) Fica conosco Senhor, já é tarde: Aqueles dois foram solidários com o “viajante” inesperado que se colocou entre eles durante a viagem. Mesmo desanimados o acolheram, pois sabiam dos perigos da noite. Este pedido pode ser transformado em um grande pedido de oração o Nosso Senhor Jesus Cristo: “Fica conosco Senhor”, pois bem sabemos dos perigos da noite, escuridão espiritual (provações, falta de fé, tentações do inimigo, desânimos, aridez espiritual, entre tantos outros perigos que nos espreitam). Sabendo que quando o Senhor está conosco estamos seguros, podemos andar por um vale escuro como a morte que nada temeremos (Sl 23,4). Cultivarmos o hábito de orar: “Fica conosco Senhor, fica conosco Senhor”, não é cultivarmos uma oração desesperadora, mas, querermos a companhia do Senhor em todos os momentos de nossas vidas, especialmente nos momentos difíceis, escuros...

7) E o reconheceram no partir do pão: Este “partir do pão” tem um significado muito forte e impactante na vida de todos os cristãos católicos por dois principais e grandes motivos:

a) A vida Eucarística: Aqueles dois discípulos tiveram, ainda que não totalmente clara, uma experiência eucarística neste “reconhecimento do Senhor no partir do pão”. Mas Nosso Senhor desaparece diante deles, assim como no pão eucarístico, Ele está lá, mas não O vemos;   

b) O pão repartido, compartilhado: O “partir do pão” tem ainda esta extensão social. Nosso Senhor multiplicou os pães para saciar a fome daquele povo que o seguia (Mt 14,13-21). Ele multiplicou o pão, mas deu também uma ordem: “dai-lhes vó mesmos de comer” ou em outras palavras, queria que aprendêssemos a partilha, a ajuda mútua. Quando isto acontece em nosso meio a fé está sendo vivida e o Cristianismo acontecendo;

8) Eles se levantaram e foram contar aos outros...: Quando Nosso Senhor se colocou no meio deles, no início da viagem aqueles dois estavam tristes, “desmotivados”, porque seus sonhos e suas esperanças em Jesus foram por água abaixo. Após três dias não tinham mais notícias sobre as promessas do Mestre Jesus, a não serem alguns comentários de algumas mulheres, mas, após o reconhecerem no partir do pão, LEVANTARAM-SE NA MESMA HORA e voltaram a Jerusalém para contar aos outros que JESUS ESTAVA VIVO, RESSUSCITOU!

A certeza da ressurreição é a nossa força para a evangelização, somente após esta experiência do Senhor Ressuscitado é que eles saíram alegres, felizes pelo Senhor e dispostos a levar sua mensagem a toda gente.

Perguntas

1) Como tem sido minha caminhada na vida cristã?

2) Quais os pontos da caminhada de Emaús que mais me chamam atenção?


 

5 º passo - Entrega (oração) – 10 min

  • 1- Orar uns pelos outros (após breve partilha);
    2- Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
    3- Orar por todas as pastorais e movimentos;
    4- Pelos encontros de formação de líderes;
    5- Orar pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
    6- Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
    7- Por todo trabalho de células;
    8- Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
    9- Orar pelos aniversariantes do mês;
    10- Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

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Fruto do Espírito Santo | 06 a 12/06/2016

1º passo = Encontro (acolhida) 10 min (Cafezinho, se houver. Também pode ser oferecido no final da reunião).
Quebra-gelo: Escolha no seu livro, um quebra-gelo ideal para sua célula.

2º passo = Exaltação (As músicas devem corresponder ao louvor e à adoração) 15 min.
1)Louvor à escolha.
2) Adoração – à escolha

Salmo: 51,1-14 (NTLH)
Louvor espontâneo

3º passo = Edificação (ensino) 40 min
Tema: Fruto do Espírito Santo
Leituras = Gl 5, 16-25

Semana passada partilhamos sobre um continuo Pentecostes, sobre a ação do Espírito Santo em nossas vidas, na ação evangelizadora da Igreja e os seus mais variados dons que nos são dados para nossa capacitação.

Mas, como é que sabemos com certeza que Ele está agindo em nossas vidas? Como saber se estamos sendo conduzidos por Ele? O Apóstolo Paulo nos responde: “Mas o fruto do Espírito é o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a humildade e o domínio próprio”. (Gl 5, 22)

O que é um fruto? Se olharmos para o mundo da agricultura vamos ver que nosso bom Deus nos deixou inúmeras plantas, afim de que seus filhos pudessem se alimentar, os frutos da terra: verduras, legumes, frutas, ervas medicinais, etc. Cada espécie produz seu próprio fruto e não outros frutos que não são de sua natureza, assim, se são plantadas sementes de laranjas, nascerão obviamente laranjas, sementes de tomate vão gerar tomates.

Um fruto é então uma consequência, um resultado de uma semente que foi plantada, cuidada, alimentada ao longo de um determinado tempo e que a seu tempo irá produzir muitos frutos, mas ao contrário, se a semente plantada não tiver os cuidados devidos, além de não produzir os frutos para o qual foi destinada a produzir, poderá chegar a morrer. Assim uma semente plantada precisa de água, sol na medida certa, adubagem, e no processo de crescimento arrancar as ervas daninhas que se instalam aos pés da planta, “minando suas energias”, enfraquecendo-a, sem contar as necessárias e importantes “podas” ao longo de seu crescimento, que são como que “ajustes” na planta com o objetivo de renovar esta planta e ordenar seu crescimento.

Quando recebemos o Espírito Santo no Batismo, no Crisma e quando fomos renovados com o Batismo no Espírito Santo, Ele começa a trabalhar em nós para que produzamos os seus frutos, próprios de sua natureza divina especialmente:
Amor: doação ao outro, entrega, dedicação;
Alegria: a satisfação de estar com o Senhor, alegria da certeza da fé;
Paz: paz interior, certeza de estar bem com o Senhor;
Paciência: consigo mesmo, com o mais próximo, em casa, no trabalho;
Benignidade (afabilidade): ternura com o outro, gentileza, compaixão;
Bondade: praticar o bem, fazer o bem para quem precisa, procurar ser bom;
Fidelidade: termos fé que se traduz em fidelidade, Deus é fiel;
Mansidão: pacíficos nas situações difíceis que nos encontramos;
Temperança: domínio próprio, sobre nossas próprias paixões, pensamento e palavras, em nosso dia a dia.
Tudo isso o Espírito Santo produz em nós na medida em que o “cultivamos”, tal qual como as plantas, precisamos de cuidados como a oração, palavra de Deus, querer crescer na graça do Espírito, confissão, eucaristia e vida em comunidade.

Como é então que conhecemos se estamos vivendo uma vida no Espírito? A resposta não é difícil! Basta observarmos se estes frutos estão acontecendo em nossas vidas, ou seja, “se” amamos o outro, “se” somos fiéis, “se” temos domínio próprio, “se” somos pacientes e assim sucessivamente. E podemos também comparar se estamos vivendo ainda uma vida de acordo com nossa natureza humana decaída pelo pecado, ou produzindo outros frutos que o mesmo Apóstolo Paulo descreve: invejas, superstição, inimizades, orgias, brigas, ciúmes, discórdias, bebedeiras, divisões etc. (Gl 5,19-21)

Verdade é que nossa vida é uma “luta espiritual” no dizer do Apóstolo Paulo: “Quero fazer o bem, mas o que me depara é o mal” (Rm 7,21), mas o mesmo Apóstolo diz adiante: “Graças sejam dadas a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm 7,25). Permitamos então, que o Espírito produza em nós os seus frutos, façamos também a nossa parte para que não prevaleça o que nos pede nossa natureza ainda não totalmente transformada e errante nesta terra. Mas nunca nos esqueçamos da constante presença de Deus em nossas vidas:

“A minha graça é tudo o que você precisa, pois, o meu poder é mais forte quando você está fraco”. (2 Cor 12,9)

O “segredo” portanto para que produzamos os frutos do Espirito em nossas vidas está em dedicarmos tempo e cultivarmos o hábito da oração, zelo e atenção redobrada com nossa vida espiritual, que gradativamente estes frutos do Espírito vão aparecendo e substituindo os frutos da carne, prestarmos atenção nas necessárias “podas” que o Senhor realiza durante nossa caminhada espiritual somado ao nosso próprio trabalho de também “cortar” de nossas vidas tudo aquilo que atrapalha nosso crescimento ( E nós bem sabemos o que precisa ser cortado).

Quanto mais exercitarmos a vida no Espírito, mais nos aproximamos da estatura do homem feito Cristo Jesus. (Ef 4,13).

Perguntas
1) O que mais tem se manifestado em minha vida, os frutos do Espírito ou os frutos da carne?
2) O que fazer para que eu cresça na vida espiritual?

 

4º passoEvangelização = (15 min)


5º passo - Entrega (oração) – 10 min

  1. Orar uns pelos outros (após breve partilha);
  2. Orar pelas células, áreas e redes, líderes, supervisores e coordenadores;
  3. Orar por todas as pastorais e movimentos;
  4. Pelos encontros de formação de líderes;
  5. Orar pelo Padre Luis Fernando, para que tenha sabedoria, discernimento e revelação para o pastoreio da visão celular e da paróquia;
  6. Orar pelo vigário, diáconos, por toda a liderança paroquial e funcionários;
  7. Por todo trabalho de células;
  8. Orar pelas células que ainda não se multiplicaram este ano;
  9. Orar pelos aniversariantes do mês;
  10. Orar pelo nosso Bispo Dom Cesar.

 

DEUS ABENÇOE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL, SUA FAMILIA E SUA CÉLULA

 

 

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Cada casa, uma célula que cresce e se multiplica; cada membro, um discípulo e missionário de Jesus Cristo.

Confissões


3ª feira: 17h30
4ª feira: 9h30
5ª feira: 9h30
6ª feira: 9h30
Sábado : 10h 

Chegar com 40 minutos de antecedência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(12) 3931-2959

Avenida Cassiopéia, 461
Jardim Satélite, São José dos Campos/SP
12230-011

 

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