ENSINA-NOS SENHOR, A DEDICAR TEMPO
SILÊNCIO E ATENÇÃO À ESCUTA DA VOSSA PALAVRA

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O QUE FAZER SEM MINHA CÉLULA?

Esta semana, quando enviamos a mensagem de que teremos grande célula no dia 05/12 com celebração da Santa Missa e que com ela encerraríamos o Ano Celular, voltando com os roteiros para o dia 30/01, um líder enviou-me um e-mail perguntando: “Vamos ficar todo este tempo sem célula?”. Notei no teor da pergunta um sincero sentimento de tristeza por saber que ficaria todo este tempo sem o encontro semanal com seus irmãos e irmãs de célula. Isso é salutar, bonito e bom, porque por trás desta pergunta revela-se:

1) Um sentimento de pertença à sua célula, que ser membro de uma célula é gratificante, aprende-se, crescemos na fé e na amizade que é um grande valor em nossas vidas.
2) Que este “recesso” celular não é aquele “alívio”: “agora vou descansar de células” ou seja “férias” no sentido negativo deste recesso, mas não!

Este episódio, nos faz refletir sobre um assunto muito profundo que podemos chamar de “o espírito de uma célula” ou “o espírito celular”. Mas o que seria isto? Nossa alma (que é espiritual) é que nos mantém vivos, é o sopro de vida que nos foi dado por Deus, é o Espírito Santo que mantém viva a Igreja, e é este mesmo Espírito que habita em nós.

O espírito celular é, por analogia, aquele sentimento forte que nos une mesmo estando distante um dos outros, sentimento de pertencermos a este modelo de ser Igreja, de termos sempre presente conosco a “visão celular”, de vivenciarmos os cinco “E´s” em nossas vidas mesmo não estando no encontro semanal de nossa célula: acolher bem a todos que se aproximam de nós, sempre exaltar ao nosso Deus e aprender de Sua Palavra, sempre evangelizar e orar.

Este “espírito celular” então, deve-nos acompanhar sempre, onde quer que estejamos.

Mas o fato é que fisicamente o encontro semanal da célula ficará um tempo parado. Quanto a isto podemos dizer que este tempo distante é também salutar, todos nós precisamos tirar um tempo para nós mesmos juntamente com nossas famílias. Os diáconos, padres e bispos também tiram férias e nem por isto deixam de ser diáconos, padres e bispos. O “espírito episcopal” (pastor), o “espírito presbiteral” (padre-pai) e o “espírito diaconal” (serviço) que norteiam suas vidas os acompanham onde quer que forem em suas férias, assim, o “espírito celular” nos acompanhará durante este tempo em que ficaremos ausentes de nossos encontros semanais.

Evidentemente que em nossa célula cultivamos amizades que não estão presas somente às reuniões semanais, já são amigos e amigas e neste “recesso” é perfeitamente normal as visitas e programas conjuntos e porque não se reunirem para partilhas e estudos “extra célula”?

Este período de ausência física uns dos outros produz em nós um outro sentimento muito bonito que conhecemos pelo nome de saudade; saudade é sinônimo de ausência, dos membros, do calor da célula reunida, dos ensinos, das partilhas, de tudo o que envolve a vida celular. Mas saudade é também uma forma de amar, porque amo o que sinto falta em meu coração.

Cultivemos então este “espírito celular” em nossas vidas para que quando por algum motivo eu precisar ficar temporariamente e fisicamente sem a minha célula ela sempre fique presente em meu coração e em meu dia a dia.

Cristóvão Gonçalves

Cada casa, uma célula que cresce e se multiplica; cada membro, um discípulo e missionário de Jesus Cristo.

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4ª feira: 9h30
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